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Violência à porta da Escola Básica dos Loios (Chelas) por denúncia de violação a criança de 9 anos.

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Uma escola… estamos a falar de uma escola onde é suposto haver tranquilidade. Vamos chegar ao ponto de ter seguranças à porta das escolas. Sobre a alegada violação… não tenho palavras…

Violência à porta de escola após denúncia de agressões sexuais

(RTP)

Uma denúncia de agressões sexuais a uma criança numa escola básica em Lisboa culminou esta quinta-feira em confrontos entre famílas de duas crianças – a do alegado agressor, de 12 anos, e da vítima, de nove.

Equipa da RTP violentamente agredida em Chelas

(Público – Luciano Alvarez)

A equipa da RTP tinha acabado de chegar à Escola Básica dos Lóios, em Chelas, quando alegados familiares do menino de 12 anos suspeito de violação agrediram o operador de imagem, primeiro com um banco e depois com vários pontapés na cabeça. Um dos supostos agressores estava ao fim da tarde identificado e detido e um outro homem foi igualmente detido por resistência à autoridade, confirmou ao PÚBLICO a subcomissária Helga, do Comando de Lisboa da PSP. Durante a agressão, a câmara do jornalista da RTP foi parcialmente destruída.

 

2 COMMENTS

  1. Boa tarde!
    Quanto a vítimas de violência eu , docente, Anabela Carvalho, com vinte e tal anos de serviço na Escola Básica e Secundária Dr. Bento da Cruz de Montalegre, fui vítima e por diversas vezes de assédio sexual, de agressão verbal, psicológica, de calúnias, difamações, maus tratos psicológicos de toda espécie, insultada, corrida a processos disciplinares com falsas acusações nos quais foram prestados falsos testemunhos e falsas acusações, arquivados na sua maioria, restando uma penalização de multa de 1500 euros por falta de zelo ou coisa que o valha, em processos ilegais, nulos, colocados por quem já tinha tido processo disciplinar devido à sua atuação e atitudes para com a docente Anabela Carvalho, refiro-me ao ex-presidente do Conselho Executivo João Gonçalves Surreira, no qual foi penalizado com repreensão escrita suspensa de registo. Este senhor, recentemente, teve a ousadia de prestar falsas declarações em processo de inquérito, no qual foi ouvido pela Inspeção Geral de Educação e Ciência, apesar de o seu depoimento ser em termos legais nulo. Após a gestão do Agrupamento de Escolas Dr. Bento da Cruz de Montalegre, presidida por este senhor, segue-se o senhor Diretor João Paulo Fernandes Alves, irmão do Senhor Presidente da Câmara Municipal de Montalegre, professor Orlando Alves, do partido socialista, que eleito por um conselho geral que segundo dizem ilegal e consequentemente também ilegalmente eleito, nomeou para subdiretora a sua esposa e professora na escola sede do agrupamento, Graça Alves Martins, irmã de uma tal professora Sílvia Alves Martins, que se conteve durante alguns anos, embora me tivesse ameaçado indireta e diretamente de processo disciplinar, só teve a ousadia de me contemplar com mais processo disciplinar no ano letivo anterior, onde foi nomeada uma instrutora pertencente aos órgãos ou nomeada pela direção, Joaquina Machado, exigindo a minha suspensão imediata e urgente, a qual não conseguiu depois de todo o esforço que essa pudesse ser possível, deduzindo então uma pena de multa de 186 euros por falta de zelo por a docente Anabela Carvalho não ter “arrancado” os telemóveis das mãos dos alunos e os não ter entregue na direção, pois em vez disso, após lhes ter marcado faltas disciplinares como estes alunos carenciados de tudo lhe pediram perdão de joelhos e comprometeram-se a nunca mais utilizar os telemóveis na sua sala de aula, apesar de os utilizarem em todas as outras, o que nunca foi nem averiguado, nem mencionado no processo, a instrutora do processo que não deu a conhecer a acusação em prazo devido e legal e nem sequer ouviu a docente arguida, acusada, que sou eu, teve a ousadia de deduzir uma penalização de multa de 186 euros por falta de zelo num processo com falsas acusações, ilegal e nulo. Entretanto o diretor João Paulo Fernandes Alves é subitamente suspenso por oito meses e destituído do cargo de diretor. Então, para espanto de todos assume a direção a senhora subdiretorta Graça Alves Martins sua esposa. Espantoso. Mais tarde, candidata-se ao cargo de Diretora e é nomeada diretora do agrupamento pelo mesmo Conselho Geral que dizem ser ilegal, em cuja constituição até consta o nome do seu marido João Paulo Fernandes Alves, como docente convidado. Não contente com tudo isto, ainda há pouco tempo a ocupar o lugar de diretora coloca-me mais um processo disciplinar, cuja acusação desconheço e no qual mais uma vez não fui ouvida e cuja conclusão desconheço pois ainda não fui notificada de decisão final. Entretanto certos alunos, penso que devido à sistemática desautorização e não atuação dos órgãos da escola quando a docente elaborou participações disciplinares a que nunca deram o devido andamento, vê-se confrontada com situações de ameaça de agressão física, insultos, más palavras proferidas por estes, tais como “Vou-me embora senão fodo-lhe os cornos”, só porque o mandei guardar o telemóvel e cumprir as regras do regulamento Interno, quase agressão física nesse dia, e numa outra situação por um aluno da mesma turma fui mesmo agredida fisicamente com pancadas na cabeça que saíram de alguém que se encontrava no grupo que me rodeava, sendo os elementos que me rodeavam que denunciaram o suposto autor do ato, já que eu me encontrava de costas e rodeada por vários alunos da mesma turma. Para espanto meu, o aluno que me ameaçou de agressão e proferiu ameaças e disse “Vou-me embora senão fodo-lhe os cornos”, assumiu o ato e segundo me foi dado conhecer apenas ontem numa reunião, teve como penalização um dia de suspensão e diz que disse que me pediria desculpa mas, só na presença do senhor diretor de turma, o que me leva a perguntar porquê só na presença do diretor de turma e para quê(? )e ainda, porquê apenas um dia de suspensão e porque motivo o outro aluno teve apenas um processo de inquérito, tendo este sido arquivado, apesar de eu ter sido agredida e porque todos os alunos, incluídos os alunos denunciadores do aluno tiveram a ousadia ou não, não sei, de negar que fosse esse aluno o autor do ato. Em suma, não tenho quem me proteja, quem me faça justiça, quem penalize os reais prevaricadores. Informo que todos os processos desde o primeiro foram todos, segundo fui informalmente informada supervisionados pela Inspeção Geral de Educação e Ciência e que a primeira inspetora foi aluna de uma docente que foi condenada a pagar-me uma indemnização por calúnia, difamação e insultos proferidos dentro e fora do espaço escolar, é amiga íntima dos primeiros e segundos diretores da escola básica dr. bento da cruz de montalegre, Manuel Dias Baptista e João Gonçalves Surreira, amigos íntimos também em que o segundo pertencente à primeira direção da escola ficou a substituir o professor Manuel Dias Baptista que foi destituído de diretor da escola e que entretanto concorreu para Inspeção Geral de Educação, na qual já era inspetor um seu irmão, que vive em Pisões de onde é oriunda a primeira inspetora Julieta Devesa Brito, filha do dono do restaurante Devesa, que penso ter já falecido e há quem me tenha dito que esta inspetora foi aluna desta escola, da professora Maria Carpinteiro, que me teve que pagar uma indemnização por calúnias , insultos e difamações, e eplos vistos foi minha aluna, da qual nem me lembro, mas com absoluta certeza depois da ações que praticou contra a minha pessoa, não deve ter gostado das classificações que lhe atribuí. Espantoso! Só há processos disciplinares injustificados contra mim e deparo-me com todas estas situações. Em suma, tive sempre um excelente relacionamento com os alunos e hoje, depois de vinte e tal anos de serviço, a caminho dos trinta, neste estabelecimento de ensino, sou contemplada para além de insultos e ameaças de toda a espécie uma agressão que física que constitui crime público que fica impune, pelo menos para já, já que vou recorrer ao Tribunal a fim de que se me faça JUSTIÇA e caso este não me faça justiça mais uma vez, recorrerei ao Tribunal dos Direitos Humanos.

  2. Boa tarde!

    Informo que sou contra a Avaliação Docente da forma com ela está a decorrer e legislada, já que no meu Agrupamento de Escolas, o Agrupamento de Escolas Dr. Bento da Cruz de Montalegre, e mais concretamente na escola onde trabalho, que é a Escola Básica e Secundária Dr. Bento da Cruz de Montalegre, não existe alguém capaz de me avaliar quer científica, quer pedagógica, quer ética, quer moralmente, pelo que tenho sido mal avaliada ao longo dos anos. Assim, solicito a todos os docentes deste país que me me estão por acaso a ler, que pensem e repensem, meditem e reflictam na forma como se têm avaliado os docentes ao longo destes anos, e que se proponham alterações à legislação. Informo também que considero uma mais valia a gravação das aulas com som e imagem, a fim de que possam estas ser usadas para o docente se corrigir e melhorar se for caso disso, facilite o processo de avaliação do docente que leciona e é avaliado, constitua prova quando não é avaliado de forma adequada, isenta e imparcial, e ainda constitua prova em caso de mau comportamento de alunos ou más atitudes e comportamentos maus ou inadequados de docentes, se possam gravar com som e imagem as próprias reuniões e sinceramente quando sou obrigada a ir ao gabinete da direção da minha escola, anseio por uma câmara gravadora de imagem e som, e até isso solicito, que tudo seja bem gravado quer em termos de imagem, quer em termos de som. Pensem nisso! Os bons profissionais, os que são realmente excelentes, nada temem. E eu NÃO TEMO AULAS E REUNIÕES GRAVADAS COM SOM E IMAGEM. Obrigada pela atenção. Cumprimentos e pensem nisso!

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