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Um dia com a Educação nas capas dos jornais: avaliação, férias escolares e colégios.

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Avaliação

Sou um defensor da avaliação como mecanismo formativo e que valorize os melhores (reparem que não falei em punir ninguém). Sou também um professor que teve estágio integrado e que teve todas as aulas observadas, quer por colegas estagiários, quer pela orientadora de estágio e supervisor da faculdade. Não concebo, acho mesmo ridículo que se fale em avaliação de escolas e de professores sem entrar no local onde tudo se determina – a sala de aula.

Existem muitas esquisitices por parte dos professores sobre esta matéria, a sala de aula é o seu santuário e existem muitas resistências na partilha e na análise do seu trabalho quando este está ao vivo e em direto. Ainda sobre a avaliação dos professores, atualmente temos um modelo indigno de avaliação num faz de conta negociado entre sindicatos e Nuno Crato, semelhante à carreira em si.

A reportagem do Público é muito boa, mais uma… E questiona se a avaliação externa deve basear-se em resultados internos e externos (exames) e painéis de consulta, fazendo também um paralelo com outros países.

Avaliação: o que deve mudar quando são as escolas que vão a exame

Em praticamente todos os países da Europa avaliar escolas significa avaliar aulas. Estónia, Hungria e (pelo menos por enquanto) Portugal são as excepções — os inspectores visitam os estabelecimentos de ensino, falam com professores e pais, mas não entram na sala de aula. Já na Islândia, por exemplo, não há avaliação sem que o trabalho de pelo menos 70% dos docentes do quadro seja observado, ao vivo e a cores, pelos avaliadores.

“Uma das lacunas da avaliação externa das escolas é os inspectores passarem pela escola e não ficarem com uma ideia sobre como trabalham os professores, como gerem uma aula”, sustenta. Essa informação deveria passar a ser recolhida.

Barreira lembra que no início do ano passado, o inspector-geral de Educação e Ciência, Luís Capela, disse, à margem de um seminário sobre avaliação de escolas, em Coimbra, que já havia inspectores a receber formação para integrar na sua observação as práticas dos professores em sala de aula. Por isso, acredita que acabará por acontecer.

Férias Escolares

Outono, é no outono que está a questão… O 1º período é demasiado longo e torna-se penoso. Uns dias de pausa irão permitir refrescar o corpo e a mente, a alunos, docente e não docentes. Ficar mais uns dias em junho não custa nada, e não venham com a argumentação do clima, pois como isto anda temos verão em outubro, outono em maio e chuvas em agosto…

Alunos têm férias de verão mais longas mas menos pausas

Relembro um artigo sobre este assunto e a sondagem feita sobre esta matéria.

Férias escolares, como são no resto da Europa?

Pausas Letivas

Colégios

Colégios garantem ter turmas mais baratas

Dois diretores de secundárias admitem que os custos possam ser superiores por os encargos com o pessoal e a oferta prestada ser diferente. Essa justificação é admitida pelo diretor do Centro de Estudos de Fátima: a tabela salarial e os horários praticados no sistema público são “insustentáveis” para os colégios, reconhece, ao JN, Manuel Bento

Mais um motivo para acabarem com a precariedade e integrarem mais alunos e professores no sistema público.

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