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Tiago Rodrigues Fala De Peito Feito Mas É Ele Quem Deve Dinheiro Aos Professores

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Espera-se que um líder tenha o bom senso e a inteligência emocional necessária para saber lidar com funcionários que ficaram sem milhares de euros por culpa de terceiros.

O Ministro Tiago Rodrigues está do lado dos “ladrões” e fala como se as vítimas fossem as culpadas, como se as vítimas tivessem de se subjugar e acatar aquilo que lhes fizeram ao longo destes anos.

Os professores são credores do Estado e não o contrário. Se assim é, o Sr. Ministro precisa de aprender algumas lições de comunicação ao estilo linha de reclamações da MEO/NOS. O mínimo que deve fazer é baixar a cabeça e ter paciência para os desabafos e revolta dos professores. Ser líder é aguentar a “porrada” daqueles que lidera, é estar ao seu lado e não contra eles.

Como professor, aquilo que me custa mais, é constatar esta arrogância, este nariz empinado, de quem tem as costas largas e confunde sindicatos com professores, que são pessoas de bem, com famílias de bem. O Sr. Ministro, é pago por todos nós e trata os professores como uns vassalos e uns mentecaptos. Pior ainda, é a afronta à própria Assembleia da República, seguindo a cartilha do Governo.

Para se ser líder Sr. Ministro tem de perceber o contexto que o rodeia, tem de entender quem são os culpados desta situação, deve entender que os professores merecem ser tratados com dignidade e respeito. Precisa de um banho de humildade para ganhar o respeito dos seus funcionários,  docentes e não docentes.

Se é para dizer o que está a dizer, de facto mais vale fazer aquilo que tão bem tem feito ao longo de meses e meses do seu mandato, ou seja, ficar calado…

Por favor, fique calado! 

Alexandre Henriques


Ministro acusa professores: “Usam o mesmo crachá desde o primeiro dia”

Nas negociações em que “intransigência” foi a palavra mais usada pelas partes, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, voltou a devolver a acusação aos sindicatos de professores, insistindo que o governo “foi o único” a sair da sua posição inicial, ao propor a devolução de dois anos, oito meses e dezoito dias “que não estavam no programa de governo”, enquanto os representantes dos docentes se mantiveram Inflexíveis.

“Os sindicalistas usam o mesmo crachá desde a primeira reunião”, criticou, numa alusão aos símbolos alusivos aos nove anos, quatro meses e dois dias de tempo de serviço usados ao peito por vários dirigentes sindicais.

Ladeado pela secretária de Estado adjunta, Alexandra Leitão, e pela secretária de Estado do Orçamento e do Emprego Público, Fátima Fonseca, o ministro desvalorizou ainda o risco de ver o Parlamento aprovar uma iniciativa legislativa que vá além do que o governo considera comportável.

Ressalvando não poder falar em nome dos parlamentares, Brandão Rodrigues lembrou que estes “já recusaram” uma iniciativa do PCP, na discussão do atualizar Orçamento do Estado, que contemplava a devolução do tempo reclamado pelos docentes.

O ministro relativizou ainda as ameaças de um final de ano agitado nas escolas, defendendo que os professores sabem separar as suas lutas do trabalho com os alunos e antevendo um final de ano letivo “com normalidade”.

Fonte: DN

3 COMMENTS

  1. Alexandre Henriques, totalmente de acordo.
    Esse pseudo ministro da educação e seus capangas já não me enganam há muito tempo.
    É um lobo em pele de cordeiro.
    Nos primeiros tempos de governação apresentaram medidas alegando uma mudança de política relativamente ao anterior governo. Tudo balelas e vigarices. Enganaram bem o povo e os professores em particular.
    Vê-se perfeitamente para onde esta gentinha nos quer levar.
    Esse tiaguinho que fique a saber que eu não sou seu vassalo nem mentecapto.
    Que vá gozar com os espécimes da sua semelhança.

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