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Sobre o Blog

Este blog tem como objetivo principal, analisar, debater e centralizar informação sobre uma temática que é transversal à sociedade, a (in)disciplina. É pratica comum afirmar-se que vivemos tempos em que existe uma crise de valores, onde professores afirmam que a indisciplina tem vindo a aumentar, onde pais, professores e assistentes operacionais são agredidos e insultados.

O ComRegras quer estar na linha da frente, ajudando a comunidade educativa a lidar com esta problemática num espírito de partilha. Para efeito, disponibiliza uma série de instrumentos/artigos, bem como apoio psicológico e jurídico.

Também poderão encontrar um modelo já testado de “combate” à indisciplina e que tem apresentado resultados positivos.  Também terão acesso a toda a documentação necessária para a sua implementação.

Mas não nos restringimos à (in)disciplina, a Educação em geral também será debatida nesta casa. Temos o privilégio de contar com vários colaboradores, cada um com a sua opinião/visão e que potenciam a reflexão e o debate.

O ComRegras é um espaço vasto, rico em informação e muito dinâmico. Sigam-nos e participem.

Alexandre Henriques

Luis Sottomaior Braga

 

24 COMMENTS

  1. PARABÉNS!
    Gostei de verdade, excelente trabalho, sistematização procedimentos nada agradáveis, porém necessários, dando cadencia de fatos e procedimentos, atitudes.

  2. Bom dia
    Não é uma resposta, mas sim uma questão que gostava de saber se me pode ajudar a entender.
    É possível um aluno ser proibido de entrar na sala de aula e encaminhado para a biblioteca, porque chegou com 5 minutos de atraso no início do primeiro tempo?
    Neste caso não se trata da falta de atraso, penso que o professor tem o direito de a marcar, mas a questão é referente á matéria que será dada nesta aula e que o aluno por não estar presente por impedimento. Ao vai ter acesso.
    Tinha ideia que todo o aluno teria direito a assistir às aulas, que seria um direito que lhe assiste, claro que estamos a falar de um aluno que não provoca mau ambiente nas aulas, ele apenas chegou tarde.
    Obrigado

  3. Apesar de já estar referenciada nos comentários, a Escola Secundária de Vila Verde continua ausente da lista!

  4. A Escola Básica D.Luis de Loureiro, em Silgueiros, Viseu também tem feito greve às avaliações do 9ºano.
    Obrigada e parabéns pela forma como têm tratado este problema que nos afeta a todos.

  5. Será possivel esclarecer qual o texto que legalmente devemos por em ata agora nas reuniões de avaliação. Trata-se de uma escola eb 2/3 .

    Obrigada

  6. Infelizmente não consigo entender o que é inflamação… De avaliação…
    Critérios de avaliação… Que são apresentados e aprovados e… Etc.
    Não entendi o porquê… Desta palhaçada…
    Autonomia e flexibilidade para avaliar… Certo? Então se em Ponta Delgada é de uma maneira e em Mirandela de outra é em Vila Real de Santo António de outra forma…como é possível fazer uma barreira para medir inflação de avaliação…
    Ah…tenho uma ideia que dói…dor de cotovelo…se a criança tem comportamentos e skills que são 20 valores… Pois então que seja 20…
    Eu fui atleta de competição e nunca tive 5…
    Na arte como é que se pode avaliar algo artístico…se seguir conceitos de José Pacheco, Maria João Pires, pedagógia de MEM, de Conceição Medeiros no Novas Rotas…cada docente pode é tem um poder de…ditar uma dada avaliação que se rege por uma infenidade de elementos…
    Sinceramente fui cortar na casaca de algo e de alguém.
    Grato

  7. NÃO querer saber dizer Não às crianças, está a ser desastroso!

    Entrou-se declaradamente num tempo, em que as nossas crianças  podemfazer tudo o que quiserem,  que os “responsáveis pela sua educação”, não só nunca dizem NÃO,  como incentivam a demasiados comportamentossem regras, e desrespeitadores.
    Como é evidente,  já não estamos em tempos,  e ainda bem,  do” quero posso e mando “, de impor tudo ” por que sim “, eaté pelo ” medo”.
    Não,  isso não. 
    Mas estaremos a passar paulatinamente, para o outro “extremo”, que é um tempode desresponsabilização, de insolência,  de não haver regras.
    E as crianças, hoje, não podem ouvir um não,  para coitadinhas NÃOficarem traumatizadas para a vida, logo fazem o que querem,  comoquerem,  quando querem.
    E, estamos a perverter totalmente a Democracia,  dado que,  com estescomportamentos, criamos  um grupo etário,  habituado a fazer sempre oque quer, a não respeitar ” o outro “.
    Vigora o individualismo,  o egocentrismo,  o egoísmo.  Ascrianças,  quando chegam a adolescentes,  agridem quem quer queseja,  que um dia tenha a veleidade de lhes dizer NÃO.  Seja quem possaser.
    E nós velhos,  desadequados a estes tempos,  olhamos para estepanorama algo assustador,  essencialmente com angústia.  Um não na hora certa, com uma justificação para esse não. Uma repreensão, um tramitar de regras e comportamentos emsociedade é uma tarefa dos “educadores”, o deixar andar e tudo fazer, é um trabalhode quem não se quer maçar e acha estar a ajudar a fazer crescer!
    A nós – velhos, como muitos educadores, negativa e propositadamente hoje nos chamam,na frente dos “seus” educandos -, não nos irá afectar muito,  nem muitointensamente,  apesar de já nos amargurar, mas irá implicar um tempo de totaldesregulação e desrespeito,  que virá a ser “posto na Ordem “,de forma autoritária,  e, tudo menos democrática.

    Ou não ou não ou não ou não ou não ou não ou não ou não ou não ou não ou não ounão ou não…
    A Küttner de Magalhães

  8. Boa tarde,
    Estou com um problema em mãos.
    Resumindo:
    O meu educando, de 10 anos, filmou-se na sala de aula ( apenas a sua cara , apesar de se ouvir a professora e os colegas a falar) durante uns segundos. A professora apercebeu-se e tirou-lhe o telemóvel, devolvendo-o à respectiva dona ( uma colega ).
    Assim, passados 15 dias, fui chamada à escola, onde tomei conhecimento da situação. Nessa reunião, foi-me transmitido que poderia haver uma suspensão de 3 dias, que me foi confirmada uma semana mais tarde, noutra reunião.
    Achando esta medida exagerada, coloquei algumas questões e rapidamente me vi confrontada com a abertura de um processo disciplinar em que a suspensão pode ir de 4 a 12 dias.
    Não será esta medida abusiva da parte da escola? Onde me devo dirigir para procurar ajuda?
    Não quero de todo que o meu educando não seja responsabilizado por ter feito uma filmagem na sala de aula, contudo esta situação tomou proporcões muito maiores e apesar de estar escrito na lei, penso que a medida correctiva deve estar adequada à idade da criança.

    Obrigada

    • O critério disciplinar é sempre do diretor da escola, ou o regulamento interno, caso conste algo sobre a sanção aplicada. Recomendo que solicite uma reunião com diretor. Caso discorde, pode ser apresentar queixa para a Inspeção Geral de Educação, mas digo-lhe já, que a violação dos deveres do aluno, vão salvaguarda a decisão do diretor.

      Cumprimentos

  9. Quero agradecer ao Alexandre Henriques e ao Luís Braga pela vosso trabalho que nos ajuda sempre a compreender as nossas contrariedades e a vencer este problema maior da ” indisciplina”. CONSEGUEM DAR-NOS ESPERANÇA E CONTINUAR NA LUTA… BOM ANO NOVO É BEM HAJAM!

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