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Seis Casos De Covid-19 Em Alunos, Docentes E Não Docentes Na Escola Básica N.º 2 de Paços de Ferreira

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As escolas não vão ser um realidade à parte. Até porque no próximo ano letivo a redução da distância social passa de 2 metros para 1 metro

Fica a notícia.


A Escola Básica n.º 2 e a Fábrica de Lacados Abrelac, em Paços de Ferreira, Porto, foram encerradas após diagnosticados nove casos de covid-19 para “prevenção” e para “interromper as cadeias de transmissão”, disseram neste domingo à Lusa fontes oficiais.

Em declarações telefónicas à agência Lusa, o presidente da Câmara de Paços de Ferreira, Humberto Leão de Brito, confirmou a deteção de seis casos de covid-19 em alunos, professores e assistentes operacionais na Escola Básica n.º 2 de Paços de Ferreira (Centro Escolar de Paços de Ferreira), e que o estabelecimento de ensino vai ser encerrado de forma preventiva, para limpeza e desinfeção, assegurando as condições de segurança aquando da sua reabertura.

“É importante dizer que são medidas preventivas e antecipatórias para interromper as cadeias de transmissão”, acrescentou o autarca.

“A Autoridade de Saúde e a respetiva equipa da Unidade de Saúde Pública acompanhará a evolução da situação, conjuntamente com as demais entidades e autoridades locais”, lê-se num comunicado de imprensa enviado à comunicação social estar tarde.

Fonte da Administração Regional de Saíde do Norte (ARS Norte) adiantou à Lusa, por seu turno, que foram identificados “três casos positivos” de covid-19 na fábrica Abrelac.

“Três casos identificados positivos. A Autoridade de Saúde está a acompanhar muito de perto a situação, por uma questão de precaução, e é o que diz a norma neste tipo de circunstâncias. Todos os profissionais foram enviados para casa para fazer o isolamento profilático”, disse fonte oficial da ARS Norte.

A Câmara Municipal de Paços de Ferreira pediu hoje à comunidade para dar “continuidade à implementação de todas as recomendações da Direção-Geral da Saúde”, designadamente o “uso imprescindível de máscara ao nível social e laboral, sobretudo em espaços fechados”, bem como manter o “distanciamento físico entre cidadãos” (cerca de dois metros), “rigorosa higienização das mãos” e “evitar contactos desnecessários / não essenciais com outros cidadãos que não coabitantes”.

Fonte: Expresso

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