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Segundo o Tiago, a culpa da falta dos computadores é dos diretores escolares

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Eu já nem lhe chamo Ministro da Educação pois não é digno do cargo, a partir de agora será Tiago…

Não é a primeira vez que o Tiago dá uma facadinha nas costas dos diretores, descartando responsabilidades do Ministério da Educação, hoje foi mais uma… Pelos vistos não temos mais computadores pois segundo o Tiago, os diretores disseram que só precisavam de 100 mil computadores para 2020/2021.

Assim se vê o caráter do Tiago, tão mas tão rasteiro…

Ó Tiago, carrega aqui no link e recorda-te o que disse o teu amigo Costa sobre a aquisição dos computadores para TODOS os alunos para setembro de 2020.

Governo prometeu entregar computadores a todos os alunos e ainda não cumpriu?

Mas a culpa é dos diretores escolares…

E agora Sr. Diretores, vão engolir esta mentira?

Fica a notícia.


O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, diz que as escolas vão ter de ser das primeiras infraestruturas a reabrir assim que houver condições para desconfinar, porque nada substituiu o ensino presencial.

“As escolas foram as últimas a fechar têm de ser das primeiras infraestruturas a abrir, a começar pelos mais novos, que têm mais dificuldades em lidar com os meios tecnológicos”, disse o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, sem se comprometer com uma data de reabertura dos estabelecimentos de ensino.

Não podemos normalizar e sobrevalorizar o ensino à distância“, disse Brandão Rodrigues, em declarações no “Fórum TSF”, esta segunda-feira de manhã, quando cerca de 1,5 milhões de alunos regressam às aulas, apenas online, após 15 dias de férias.

“Esperamos que esta paragem de duas semanas possa servir para compensar mais tarde, com ensino presencial, no Carnaval, na Páscoa e no final do ano“, disse Tiago Rodrigues, sustentando que “nada substitui o ensino presencial”.

O ministro insistiu na necessidade do regresso dos alunos às salas de aulas, justificando a opção do Governo em manter os estabelecimentos de ensino, enquanto pôde. “Agora existe um bem maior, que é saúde pública e a saúde das nossas comunidades escolares”, disse Tiago Brandão Rodrigues, ainda assim, desvalorizando o papel das escolas no agudizar da pandemia, que registou máximos de mortes (303) e de casos (16432) a 28 de janeiro, no fim de uma quinzena negra para o país.

“Começamos a ver uma redução da pandemia, que, em algumas zonas do país começou ainda antes do encerramento das escolas; no resto do território começou a notar-se dois dias depois do início da pausa letiva”, a 22 de janeiro, disse o ministro da Educação. “Sabendo-se do período de incubação desta doença [que varia entre dois e 14 dias], não há uma implicação formal da escola na pandemia”, disse Tiago Brandão Rodrigues, admitindo que “a pausa letiva causou uma diminuição da circulação das pessoas”, que também foi importante no achatar da curva.

Escolas preparadas para o ensino online

Questionado na TSF, Tiago Brandão Rodrigues considerou que “as escolas estão preparadas para acolher e ajudar os alunos” no regresso às aulas online, que marcaram o final do ano letivo anterior, que serviu de lição a toda a comunidade escolar. “Pais, alunos, professores estão todos melhor preparados agora depois dessa experiência”, disse o ministro da Educação.

Considerando que as duas semanas de pausa letiva “foram também importantes para as escolas reverem esses processos“, Tiago Brandão Rodrigues sublinhou que houve “muito trabalho” do ME para “definir com clareza os métodos pedagógicos e a forma como decorrerão os tempos letivos, entre aulas síncronas e assíncronas.”

Tiago Brandão Rodrigues desvalorizou a falta de computadores nas escolas e descartou culpas do ME. “No ano letivo passado, os diretores escolares estimaram em 100 mil os computadores necessários, e conseguimos dotar as escolas com mais de 100 mil”, disse o ministro da Educação, reconhecendo dificuldades em comprar mais, por “falta de stock”, um problema a nível mundial.

Sublinhando que “os computadores não são o alfa e o ómega do processo educativo”, Tiago Brandão Rodrigues reconheceu que há famílias que que não têm condições em casa para acolher os filhos, sequer uma mesa, por muito boa que seja a Internet ou as máquinas. “Escolas têm sido muito inteligentes a saber quais são as melhores formas de chegar aos alunos”, argumentou.

“Confiante no trabalho das escolas, que têm entendido a situação das famílias”, Tiago Brandão Rodrigues considerou que “serão poucos os alunos que não têm condições em casa” e que poderão ter aulas nas escolas, durante este período.

O ministro da Educação estimou em dois a três mil os alunos do regime especial, que continuaram a ir à escola durante a pausa letiva. São filhos de professores que têm de ir para as escolas, de elementos das forças de segurança e dos profissionais de saúde. “Também, alunos especialmente em risco, quer de abandono escolar, quer identificados pelas Comissões de Proteção de Jovens, que estão a ser acompanhados pelas escolas”, disse Tiago Brandão Rodrigues.

Testes nas escolas de acolhimento e calendário escolar

No regresso ao ensino online, o ministro disse não ter como duvidar que continuem a ser feitos os testes rápidos a alunos e professores nas escolas que vão esta abertas, dando seguimento a uma prática que vinha a ser desenvolvida ainda antes da pausa letiva. “As escolas de acolhimento estão a fazer testes, não tenho razões para duvidar que continuem”, disse.

Questionado sobre a definição do calendário escolar, Tiago Rodrigues reconheceu a importância desta informação para a comunidade escolar, mas não quis comprometer-se com datas. Referiu que o Ministério da Educação vai “ouvir especialistas” para tentar definir o tempo de regresso às aulas e garantiu que o acesso ao Ensino Superior estará assegurado.

“Ao contrário de outros países, no ano passado, conseguimos preservar acesso ao ensino superior, ainda que, com ajustamentos, pudemos manter a espinha dorsal do acesso ao ensino superior e nesse sentido assim o faremos este ano”, disse Tiago Brandão Rodrigues.

Fonte: JN

3 COMMENTS

  1. “As escolas de acolhimento estão a fazer testes, não tenho razões para duvidar que continuem”, disse.
    – Vergonha!!! – digo eu. Muitos profissionais estão presencialmente nas escolas, há uns longos dias (interrupção letiva), outros desde hoje, com alunos de risco, não por estarem referenciados à CPCJ, ou por serem filhos de profissionais da linha da frente, mas por terem condições de saúde graves que necessitam de estar na escola para terem terapias e intervenção especializada de educação especial por forma a não perderem funcionalidade, e os profissionais que com eles trabalham, grupo onde me incluo, não foram ainda testados e não sabem quando o serão. E não são considerados com direito à vacinação. Importa referir que preferia que fossem os nossos alunos a tomá-la, mas eles não podem, ou pela idade ou pela condição de saúde grave a severa que apresentam! Nós fazemos trabalho de proximidade, de toque, de higiene pessoal…muito semelhante aos cuidadores dos lares…a diferença está na idade do público-alvo, mas só aí!!! E mesmo assim, não reunimos requisitos!!!:(
    PS: Que não restem dúvidas, é na escola que estes alunos ganham capacitação e funcionalidade.

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