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S.TO.P | Governo Deve Pagar Deslocações De Docentes E Não Docentes Obrigados A Trabalhar Durante A Pandemia

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De acordo com um comunicado divulgado, o STOP enviou para o Ministério da Educação várias propostas e questões que “merecem uma resposta inequívoca e célere”, na eventualidade da reabertura dos estabelecimentos de ensino no terceiro período.

O Governo, liderado por António Costa (PS), decretou o encerramento de todas as escolas em 16 de março, na sequência da propagação da pandemia da doença provocada pelo SARS-CoV-2, permanecendo a incerteza relativamente ao último período do ano letivo.

Entres as propostas, este sindicato recomenda à tutela que assegure a existência de equipamentos de proteção individual para todos os funcionários de estabelecimentos de ensino que tenham de ir trabalhar e “limpeza frequente do espaço escolar por equipas especializadas para o efeito”.

O STOP também recomenda o “pagamento integral das deslocações” feitas por estes profissionais, à semelhança “do que está estipulado como ajudas de custo” para os elementos da Assembleia da República, “mesmo em situação de estado de emergência”.

Esta unidade sindical também quer “a rotatividade equitativa e os períodos de descansos” de todos estes profissionais “devidamente ajustados à situação pandémica existente”.

O Sindicato de Todos os Professores questionou ainda se a tutela pretende realizar testes para detetar a presença do novo coronavírus nestes profissionais, tendo em conta o “envelhecimento dos profissionais de educação”, e com que regularidade se planeia fazer os testes.

O STOP sublinhou que é necessário o “esclarecimento cabal relativamente à forma como o terceiro período se irá realizar”, sobre como se “vai processar o ensino à distância e a avaliação final alunos”.

O Governo apenas se vai pronunciar sobre as orientações para o terceiro ciclo do ano letivo em 09 de abril.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,2 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 70 mil. Dos casos de infeção, mais de 240 mil são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 311 mortes e 11.730 casos de infeções confirmadas. Dos infetados, 1.099 estão internados, 270 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 140 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até ao final do dia 17 de abril, depois do prolongamento aprovado na quinta-feira na Assembleia da República.

Fonte: Sapo

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