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Resumo do Despacho de Organização do Próximo Ano Letivo

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É o que podemos ler na nota à comunicação social enviada pelo Ministério da Educação.

De realçar a obrigatoriedade de colocar na componente não letiva o trabalho colaborativo, algo claramente positivo. O Arlindo Ferreira no seu blogue, mostra como pretende fazê-lo na sua escola. A minha única dúvida é para quem já tem a componente de estabelecimento cheia… é que o crédito horário não estica.

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5 COMMENTS

  1. E não só o trabalho colaborativo. Todas as reuniões pedagógicas legalmente convocadas são assinaladas na CNL.

    Será que isso vai acontecer?

    • Como já o escrevi, Alexandre, tão importante como a recuperação do tempo de serviço e as contingências relacionadas com a carreira docente, são as condições de trabalho no dia a dia.
      A componente individual de trabalho é absorvida por todas as outras componentes.
      O que li é mais do mesmo.
      O que para aí vem vai requerer mais trabalho, ou, trabalho com mais reuniões. É lógico que isso vai acontecer.
      Temos de estar atentos.

  2. A colega Ana tem razão quando escreve que a componente de trabalho individual “é absorvida por todas as outras”. A componente letiva é esgotante e a de estabelecimento, em muitos casos, é mais do mesmo, ou seja, componente letiva encapotada. Senão, o que será dar aulas ou sessões de apoio a 12, 15 ou 20 alunos? Para além do mais, implica uma dispersão que desgasta qualquer pessoa. Passo a dar o meu exemplo no ano letivo transato: 5 turmas, uma de CEF com casos graves de indisciplina, três níveis/programas, vários alunos NEE e PLNM, com estratégias e testes diferentes, Direção de Turma, tutorias, Gabinete Disciplinar e Representante de Grupo. Tinha 57 anos, quatro horas de redução. Fui aguentando sem meter atestado, mas cheguei ao final do ano completamente de rastos! Mais: tudo isto implicava horário misto, claro. Sinceramente, chegava a casa sem tempo nem paciência para mais nada! Então, no tal “dia livre” (Que ironia!), após o jantar e ao fim de semana é que cumpria a parte da componente individual, prejudicando a minha vida pessoal e familiar, como é óbvio. E deve-se ter presente que preparar as aulas, elaborar fichas e testes, corrigir cento e tal testes e restantes atividades, tudo isso exige tempo e esforço!
    Devo referir ainda que a conversão das horas de redução em apoios e outras tarefas são, muitas vezes, contraproducentes, se obrigam à tal dispersão ou a apoios a grupos de dimensão razoável. Esta é mais uma dos tempos sinistros…
    Perante tudo isto, com a idade e tempo de serviço que tenho, quem não trocaria os anos de descongelamento pela aposentação? Eu troco!

  3. É essa “dispersão” que esgota e não tem os resultados desejáveis para ninguém.

    Casos há em que os professores estão em apoios, em tutorias , no CRE, nas cantinas escolares, nos gabinetes disciplinares, etc, desde as 8:30h para, no último/s tempos da tarde leccionarem 1 aula!

    Agora, digam-me lá se isto é normal?

    Já vi casos mais inteligentes. A componente não lectiva estar concentrada num só dia, sem a tal de dispersão inenarrável.

    Acções de formação, conferências (tão importantes para o refrescamento/actualização) só podem ser realizadas na componente não lectiva.
    Se esta estiver espalhada sem qq critério, é muito difícil poder ser usada consoante a lei nessa formação.

    Daí que quem quer ter formação o tenha de fazer após o dia, até às 20/21h e tb aos Sábados.

    Isto não faz qq sentido.

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