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Reconheço que errei.

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No post anterior que foi publicado há uma semana, «Costa deu prioridade aos exames», critiquei a equipa da educação pela prioridade dada aos exames, que promove a normalização da avaliação, pondo de lado a lógica da prioridade ao indivíduo e a medidas que visem personalizar o ensino.

Já havia esta dicotomia na legislação educativa, com os exames versus perfil do aluno e medidas universais. Mas não levei em conta na minha análise o facto de os exames agora não servirem para o calculo da nota do secundário, mas somente para o acesso ao ensino superior, restringindo os exames que os alunos que queiram prosseguir os estudos devem fazer, podendo ser no limite de apenas 1.

Isto muda o carater absoluto da minha crítica, reconhecendo um certo equilíbrio na decisão do governo, contudo, sem deixar de ser verdade que atualmente há uma dicotomia entre a lógica da existência de exames e o ensino mais personalizado, dicotomia essa que foi mitigada agora com o novo papel dado aos exames, de servirem exclusivamente para o acesso ao ensino superior.

Contudo, não deixa de ser real que um aluno que tenha sido alvo de medidas universais continua a não estar tão bem preparado para realizar os exames, se essas medidas baixarem o nível de exigência, como acontece a maior parte das vezes.

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