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Quando se julga que sabemos tudo para combater o bullying, há sempre algo mais…

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massagem

Gosto muito de quem pensa fora da caixa e não tem medo de experimentar técnicas novas para combater problemas que já são clássicos e clássicos de má qualidade. O bullying é uma praga que não nos larga e é sem dúvida com exemplos como o que se segue, em idades bem “piquininas”, que podemos plantar a semente para algo diferente, melhor.

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Crianças aprendem a massajar para descontrair e prevenir o bullying

Crianças de jardins-de-infância e escolas EB1 de S. João da Madeira e Oliveira de Azeméis recebem, todas as semanas, uma aula de massagens em que desenvolvem a prática do “toque positivo” como forma de relaxamento e prevenção do bullying.

Ana Teixeira é educadora no jardim-de-infância das Travessas, S. João da Madeira, que aderiu pelo segundo ano consecutivo à prática das massagens incluída no programa lectivo, e garantiu à Lusa que a aposta está a ser compensatória: “A experiência tem corrido muito bem e o feedback dos pais é muito bom, porque este toque positivo tem efeitos ao nível do relacionamento e da capacidade de concentração, prevenindo o bullying e aumentando a auto-estima”.

Beatriz Almeida tem cinco anos e só conta coisas boas das sessões do programa MISA. “Gosto muito desta aula”, afirma, com entusiasmo. “A minha parte preferida é a massagem à cabeça – mas eu a receber, porque gosto mais de receber do que dar!”, esclarece.

Apesar disso, a menina do jardim-de-infância das Travessas não é egoísta: na aula semanal com os colegas massaja sempre o seu par quando é vez disso, e em casa oferece mais algumas sessões desse toque nutritivo. “Os meus pais também gostam que eu aprenda isto. Até há vezes em que me pedem para eu lhes fazer uma massagem a eles – dizem que eu as sei fazer bem”, revela.

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