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Quando é que somos professores com “P” maiúsculo?

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rugasO Luís Braga publicou um artigo no seu blogue, Visto da Província, que aborda uma questão geracional no relacionamento entre professores. Não é a primeira vez que a idade ou o tempo de serviço é utilizado como “galardão da sabedoria”, menosprezando a opinião dos colegas mais novos ou recém-chegados. Também eu já passei por algo semelhante, quando na então chamada Assembleia de Escola, apresentei uma série de ideias que ficaram registadas num “caderninho” muito bonito da então presidente mas que infelizmente nunca foram implementadas. Mais tarde, a mesma presidente apresentou algumas das referidas medidas dando o crédito a outra pessoa. Coisas da vida…

Os estatutos existem dentro das escolas e com estes as opiniões contam ou não contam… O que falta muitas vezes é uma abertura de mente que permita analisar as situações por outros prismas. Não devia ser a certidão de nascimento, o tempo de serviço, ou a proximidade que se tem com quem decide, que determinam a validade, ou não, das propostas/opiniões. Justificar outras opções tendo como base esses pressupostos, revela apenas que se chegou a um beco sem saída na capacidade argumentativa, tentando contornar a situação com algo impossível de rebater – a menor elasticidade epidérmica…

Aos 20 anos na profissão docente sou novo e insensato demais para se atender ao que diga.

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