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Proteção Civil manda fechar as escolas, DGS manda abrir as escolas (Campo Maior)

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É apenas mais um exemplo da incompetência desta DGS (opinião pessoal). Quem conhece (e eu conheço) o que se está a passar em Campo Maior, sabe que a situação está muito complicada.

Estão contabilizados mais de 400 alunos em isolamento profilático após terem mantido contacto com colegas que testaram positivo. As baixas são transversais a professores e pessoal não docente

Pelos vistos a proteção civil fez aquilo que o bom senso diz, fechar as escolas, proteger a sua comunidade e ativar o ensino à distância que foi para situações destas que foi criado. A nossa DGS acha que não, as escolas devem permanecer abertas, obrigando a uma logística de quem dá aulas muito mais complexa, para salvaguardar o alegado ensino, como se a prioridade neste momento fosse o ensino e nestas condições…

A representante dos pais diz que a partir daqui cada encarregado de educação deverá tomar as suas opções, mas lamenta o momento de instabilidade vivido pela comunidade escolar do concelho. “É um bocado ingrato haver turmas com quatro e cinco alunos. Que matéria é que esse professor pode dar, quando numa turma de 25 alunos estão cinco ou seis presenciais e o resto está em isolamento?”, questiona.

Juro que não entendo! E depois admiram-se de exigir a demissão de certas pessoas…

Fica a notícia.


Os alunos de Campo Maior terão de regressar às aulas na segunda-feira, segundo avançou a Delegação Regional de Educação do Alentejo por ordem da Direção-Geral da Saúde. A Comissão Municipal de Proteção Civil tinha decidido fechar duas escolas até final do mês para travar a propagação da pandemia no concelho.

Os encarregados de educação já receberam uma nota informativa por parte do agrupamento de escolas, contrariando a decisão que tinha sido tomada quinta-feira pela Comissão Municipal de Proteção Civil e pelo Gabinete de Crise – criado no âmbito da pandemia – de manter em casa os 1200 alunos da comunidade escolar por duas semanas.

Os pais não entendem este retrocesso. “Se houve uma tomada de decisão pelo município, que é a nossa entidade máxima, e que não foi de ânimo leve, porque é que não é aceite? Isto para os pais é preocupante”, diz Sónia Conchinhas, presidente da Associação de Pais, numa altura em que os casos de Covid-19 já colocaram em confinamento 22 turmas de um total de 60 entre o Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro e a Escola Secundária.

Estão contabilizados mais de 400 alunos em isolamento profilático após terem mantido contacto com colegas que testaram positivo. As baixas são transversais a professores e pessoal não docente, o que leva Sónia Conchinhas a sublinhar que a “melhor decisão era fechar o agrupamento” nas próximas duas semanas, como tinha sido decidido pela Proteção Civil.

A representante dos pais diz que a partir daqui cada encarregado de educação deverá tomar as suas opções, mas lamenta o momento de instabilidade vivido pela comunidade escolar do concelho. “É um bocado ingrato haver turmas com quatro e cinco alunos. Que matéria é que esse professor pode dar, quando numa turma de 25 alunos estão cinco ou seis presenciais e o resto está em isolamento?”, questiona.

Segundo a indicação avançada pela Delegação Regional de Educação do Alentejo, a Direção-Geral de Saúde admite apenas a suspensão da educação pré-escolar e primeiro ciclo, além das turmas que se encontram em confinamento.

Porém, os pais já avançaram com uma petição pública a reclamar o fecho das escolas e que há momentos reunia cerca de 700 assinaturas.

Fonte: TSF

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