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Proposta de portaria para o reposicionamento na carreira

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Eu acho que faltam aqui algumas condicionantes, recomendo:

cor dos olhos;

cor do cabelo;

ter o cartão do Pingo Doce;

ser do Benfica;

gostar de queijo;

ter escalado o Everest;

morar num castelo;

e a mais importante… ser vizinho da Madonna…

Isto vai de mal a pior…

Nota: Atenção que esta proposta é para os professores com tempo de serviço antes da entrada na carreira

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Fonte: Blog DeAr Lindo

3 COMMENTS

  1. quando se implementou a vinculação extraordinária, já era previsivel um problema: se esse profs eram colocados no escalão correspondente ao tempo de serviço, os profs do quadro também teriam de sê-lo; e isto implicava com o OE…
    então teve de se arranjar um esquema que impedisse os profs do quadro serem englobados e que poucos ou nenhuns integrados fossem abrangidos. Mas mesmo assim, esta portaria permite teoricamente a reposição no escalão correspondente ao tempo de serviço, dando azo a ultrapassagens em relação aos profs do quadro. É o resultado da imensa manta de retalhos juridica do tecido educativo, construída sempre a pensar exclusivamente na poupança do OE…

  2. Mais uma acha para a fogueira!
    Além da confusão que vai ser a implementação desta portaria, com milhares de esclarecimentos a cada ponto da mesma, vai dar início a uma guerra de todos os docentes que entraram na carreira antes de 2007 e que, ou ingressaram na nova após 3 anos no índice 151, ou o fizeram transitando para o mesmo índice, fazendo com que, quem estava no 4º escalão, índice 167, passasse para o 1º escalão da nova carreira. Quem ingressou na carreira após 2012 vai passar 4 anos (ou 3) à frente de quem já cá estava.
    Alguns exemplos:
    1. Começou a lecionar em setº 2003. 5 anos de serviço em 31/12/2017 (faltam 2 dias, mas é para simplificar). a) ingressou no quadro em 2005 – passou em janeiro de 2009 ao índice 167, passando ao 2º escalão em janº 2020. b) ingressou em 2014 – 1º escalão, passa ao 2º escalão em 1/1/2018 e, após observação de aulas, ao 3º em janº2021 (ganhou 3 anos)
    2. Começou a lecionar em setº 2001. 7 anos de serviço. a) ingressou em 2003 – 1º escalão, índice 167 em 1/1/2008 e 2º escalão em 1/1/2019. b) ingressou em 2014 – 1º escalão, passa ao 2º escalão em 1/1/2018, pede observação de aulas e passa ao 3º em 1/1/2019 (ganhou 4 anos)
    3. Começou a lecionar em 1998. 10 anos de serviço. a) ingressou em 2001 – 3º escalão, índice 151, passando ao 4º escalão, índice 167, em 1/9/2002, transitando para a nova carreira no 1º escalão e progride ao 2º em janº 2009, devendo progredir em janº 2020 ao 3º escalão, para o qual requereu Observação de Aulas (já efetuada e recuperada, ou a efetuar este ano letivo 2017/2018). b) ingressou em 2014 – 1º escalão, 167, progredindo em setº 2018 ao 3º escalão (com observação de aulas este ano) e ao 4º escalão em janº 2020 (ganha 4 anos)
    4. Começou a lecionar em 1989. 19 anos de serviço. a) 7º escalão em setº 2004. Transita para a nova carreira no 4º escalão, prevendo-se a sua progressão ao 5º escalão em janº 2018. Teve observação de aulas mas, devido às quotas, não obteve menção de Muito Bom. Mantém-se no 4º escalão até ter vaga ou Muito Bom (setº 2018, na melhor das hipóteses). b) Ingressou em 2014. 1º escalão, índice 167. 2º escalão em janº 2018, observ. aulas e 3º escalão em setº 2018. observ. aulas e aval. MB e progride ao 5º escalão em setº 2019 e, automaticamente, ao 6º escalão, contando já todo o tempo desde janº 2018 como sendo prestado no 6º (ganhou, pelos menos, 5 anos).
    E as injustiças continuam…

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