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Professores Vão Recuperar 2 Anos, 9 Meses E 18 Dias Em 2019

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É a minha profunda convicção e arrisco fazer um artigo com um título tão afirmativo.

Depois de ser conhecida a posição do CDS, ficámos a saber que este se juntou ao PSD, BE e PCP, tornando assim mais do que provável que o parlamento mostre uma união na recuperação dos 2-9-18 já para 2019.

A diferença que separa a esquerda da direita baseia-se na recuperação dos restantes anos. A esquerda definiu um calendário, enquanto a direita remete para futuras negociações com a condicionante da sustentabilidade das contas públicas. A direita irá seguramente juntar-se ao PS no chumbo desse calendário.

Será a segunda vez que o parlamento passará por cima do Ministério da Educação, não que não tivessem sido avisados, mas a teimosia tem destas coisas.

Mais logo vamos ouvir muitos discursos de apoio à causa docente e restantes funcionários públicos, e estou curioso se a falta de vergonha do Governo os vais levar a falar dos 600 milhões de euros, números já desmascarados pelos… professores.

Fica parte da notícia.


Professores: CDS é mais um a defender a recuperação de todo o tempo de serviço congelado

O CDS formalizou nesta segunda-feira o seu apoio à recuperação integral do tempo de serviço prestado pelos professores durante os últimos dois períodos de congelamento das carreiras (2005-2007 e 2011-2017), que totaliza os nove anos, quatro meses e dois dias que têm sido exigidos pelos docentes desde há mais de um ano.

O PSD, o BE e o PCP já tinham assumido o mesmo compromisso nas propostas de alteração que apresentaram ao diploma em que o Governo apenas determina a recuperação de dois anos, nove meses e 18 dias do tempo de serviço congelado. Estas propostas foram apresentadas no âmbito da apreciação parlamentar daquele diploma, que será debatida nesta terça-feira na Assembleia da República.

(…)

De concreto, como também já foi proposto pelo PSD, os centristas apenas propõem que este ano, com efeitos a contar desde Janeiro, terão de ser recuperados os dois anos, noves meses e 18 dias decididos pelo Governo. As negociações determinarão o que acontecerá a partir de 2020 no que respeita à devolução do tempo remanescente, que segundo o CDS deverá ter em conta “as condições económico-financeiras do país”. E este é o outro ponto em comum com a proposta social-democrata.

Mas ao contrário destes, o CDS avança também com a determinação de que o tempo além dois anos, nove meses e 18 dias pode ser utilizado “para efeitos de aposentação” no caso dos docentes que se encontram nos últimos dois escalões da carreira (9.º e 10.º), dos quais a maioria já tem 60 ou mais anos.

(…)

Fonte: Público

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