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Professores marcam greve de 1 a 4 de outubro

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Na altura que era importante cerrar fileiras fugiram e agora estão à espera de milagres…


Uma dezena de associações sindicais de professores marcaram uma nova greve para a primeira semana de outubro para pressionarem, mais uma vez, o Governo a contabilizar o tempo de serviço que perderam quando as carreiras estiveram congeladas. Os docentes reclamas ainda mudanças nos horários de trabalho e na aposentação.

No comunicado enviado esta quarta-feira, as organizações sindicais exigem que o Governo “respeite a Assembleia da República”. E que possa negociar com os professores a recuperação de todo o tempo de serviço cumprido. Nas contas dos docentes,” +o governo, de forma intransigente, tem recusado contabilizar os 9 anos, 4 meses e 2 dias de atividade desenvolvida pelos docentes nos períodos de congelamento das carreiras”, o que significa apagar seis anos e meio de serviço.

Os profissionais do setor reivindicam ainda mudanças nos horários de trabalho e na aposentação — alterações estas que os professores acusam o Governo, mais concretamente o Ministério da Educação, de nem sequer negociar. “Relativamente ao reposicionamento na carreira continua sem se saber quando será concretizado e quanto à redução dos níveis de precariedade que afetam os docentes as medidas que têm sido tomadas pelo Ministério da Educação ficam muito aquém das necessidades das escolas e do direito dos docentes à estabilidade no seu exercício profissional”, lê-se.

Os sindicatos — ASPL, FENPROF, FNE, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE, SIPPEB e SPLIU — vão entregar o pré-aviso em mão no Ministério da Educação esta sexta-feira, pelas 11h00.

Fonte: Observador

3 COMMENTS

    • Subscrevo completamente. Mais acabem com as quotas para os sindicatos. Um Homem quando aceita vestir um uniforme e ir á guerra já não é um homem. É um militar. Está sujeito a muito, até eventualmente morrer. Um professor que deixa de dar aulas, abandona os seus alunos para ir para a greve, não é professor. É um sindicalista sem vergonha e sem respeito pela comunidade onde vive.

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