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Praxes fora de controlo.

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Hoje foi um dia com algum destaque para a educação em virtude do início do ano letivo, apesar de a maioria das escolas só começarem as aulas para a semana…

Entre as diferentes notícias e reportagens, a capa do JN (carregar para ler a notícia) precisa de ser salientada. No entanto, o título da notícia não se devia restringir ao ensino superior. As praxes são cada vez mais uma rotina de início de ano letivo em diversos estabelecimentos de ensino básico e secundário.

Praxes descontroladas

Esta situação é deveras alarmante, pois infelizmente os moldes das praxes a que assistimos não se regem pela integração, mas sim pela humilhação! Se no ensino superior estamos a falar de adultos no BI e também aos olhos da justiça, na escola não superior não se passa o mesmo. Estas “crianças” na sua impunidade “infantil”, podem espalhar as suas “criancices”, potenciando situações tão gravosas como as constatadas no ensino superior.

Importa por isso estar alerta: diretores, professores, assistentes operacionais e encarregados de educação, devem ensinar o significado da palavra praxe e alertar os alunos para as consequências dos seus atos. O estatuto do aluno é bem claro e estabelece deveres que não podem ser “atropelados” por uma imitação barata de praxes à superior…

Artigo 10.º
Deveres do aluno

d) Tratar com respeito e correção qualquer membro da comunidade educativa, não podendo, em caso algum, ser discriminado em razão da origem étnica, saúde, sexo, orientação sexual, idade, identidade de género, condição económica, cultural ou social, ou convicções políticas, ideológicas, filosóficas ou religiosas.

g) Contribuir para a harmonia da convivência escolar e para a plena integração na escola de todos os alunos;

i) Respeitar a integridade física e psicológica de todos os membros da comunidade educativa, não praticando quaisquer atos, designadamente violentos, independentemente do local ou dos meios utilizados, que atentem contra a integridade física, moral ou patrimonial dos professores,pessoal não docente e alunos;

j) Prestar auxílio e ass
istência aos restantes membros da comunidade educativa, de acordo com as circunstâncias de perigo para a integridade física e psicológica dos mesmos;

k) Zelar pela preservação, conservação e asseio das instalações, material didático, mobiliário e espaços verdes da escola, fazendo uso correto dos mesmos;

s) Não captar sons ou imagens, designadamente, de atividades letivas e não letivas, sem autorização prévia dos professores, dos responsáveis pela direção da escola ou supervisão dos trabalhos ou atividades em curso, bem como, quando for o caso, de qualquer membro da comunidade escolar ou educativa cuja imagem possa, ainda que involuntariamente, ficar registada;

t) Não difundir, na escola ou fora dela, nomeadamente, via Internet ou através de outros meios de comunicação, sons ou imagens captados nos momentos letivos e não letivos, sem autorização do diretor da escola;

 

 

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