Home Concursos PR promulga diploma de novo concurso de professores apesar de “suscitar reticências”

PR promulga diploma de novo concurso de professores apesar de “suscitar reticências”

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De pouco adiantam as reticências quando as vagas vão ser residuais… Mas também é verdade que não concordo com mais um concurso “extraordinário”. É preciso sim um grande concurso ÚNICO e seguindo a lista de graduação. Para quê complicar?

“Apesar de o presente diploma juntar matérias muito díspares e suscitar reticências quanto à satisfação das expectativas dos docentes na correcção dos problemas relacionados com a sua colocação para o ano lectivo em curso, atendendo à necessidade de garantir a entrada em vigor do regime atinente ao ensino artístico e à premência de permitir à Assembleia da República debate mais amplo e atempado sobre o regime dos concursos de vinculação extraordinária, o Presidente da República promulgou o diploma do Governo”

É em relação a este último que o Presidente da República aponta “reticências quanto à satisfação das expectativas dos docentes”, uma vez que a solução aprovada pelo Governo não satisfaz por completo as exigências dos professores, que se sentiram prejudicados no concurso de mobilidade interna para o ano lectivo em curso, cujas listas de colocação foram divulgadas a 25 de agosto de 2017.

Em 2017, ao contrário de anos anteriores, o Ministério da Educação não levou a concurso na mobilidade interna horários incompletos, limitando o universo de horários e de escolas a que os professores dos quadros se podiam candidatar no concurso que serve para permitir aos docentes aproximações à sua zona de residência.

Em consequência, os professores, que se candidataram acreditando que, à semelhança de anos anteriores, tinham sido levados a concurso todos os horários disponíveis, ficaram colocados em escolas distantes e viram outros colegas menos graduados a serem colocados nesses lugares, que só foram libertados em fases posteriores dos concursos de professores.

A solução apresentada pela tutela adia a eventual resolução do problema para o próximo ano lectivo e pode não permitir a colocação dos professores nos horários a que inicialmente esperavam poder ter concorrido, uma vez que só irão ao concurso de mobilidade interna extraordinário os horários disponíveis.

Fonte: Público

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