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Perfil do Aluno? Escola do Século XXI? Mas como é que essa “coisa” funciona?

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Anda tudo na expectativa sobre a profunda reforma que poderá entrar já no próximo ano letivo. O Perfil do Aluno, copiado desenhado durante 6 meses por uma série de especialistas e que tem como base o modelo americano 21st Century Education, vai mudar radicalmente a forma como ensinamos. Eu acho que as pessoas ainda não estão bem a ver o que aí vem, esqueçam lá as áreas curriculares solitárias, as aulas tradicionais, a avaliação baseada nos testes, esqueçam isso tudo. Estamos perante uma mudança de 180º no panorama educativo. O que vos vou mostrar de seguida é o final de um caminho que agora começa a ser trilhado, isto se não houver novamente mudanças…

Mas não será fácil… a operacionalidade deste modelo de ensino interdisciplinar, onde o aluno terá um papel muito ativo, é, na minha opinião, a maior dificuldade à sua implantação. O desconhecido traz desconforto, traz insegurança e os professores detestam não dominar a sua sala de aula, por isso, a Tutela que se prepare, a RESISTÊNCIA à mudança será enorme!

Será preciso tempo e apoio aos professores para mudarem a sua forma de trabalhar, além de muita paciência e estabilidade para uma reforma desta magnitude ser implementada e interiorizada.

Reparem no que disse Manuela Encarnação, um dos membros do grupo de trabalho do perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória.

As dez competências selecionadas para o perfil dos alunos após 12 anos de escolaridade não correspondem a nenhuma área curricular específica, sendo que as competências, por definição, desenvolvem-se e demonstram-se através de conhecimentos de várias áreas, capacidades e atitudes adequadas.

 

Evidentemente que uma discussão deste nível não está desligada das condições e da organização da escola, como, por exemplo, dos tempos das aulas e da sua configuração. Por isso, uma verdadeira autonomia da escola tem de ser colocada com a coragem política que sempre tem faltado, ou seja, tem de ser uma realidade possível para quem a determina e para quem a exerce.

 

Em muitos lugares (escolas, turmas) é preciso mudar a forma como se ensina e isso pode passar, por exemplo, por mudanças nas salas de aula, pela organização de equipas pedagógicas que podem ser formadas por professores de várias áreas disciplinares e que se poderão organizar em várias modalidades e variar ao longo do ano letivo.

 

Pode ser complicado? Pode. Mas é possível e, provavelmente, deve ser diferente de escola para escola de acordo com as características dos contextos de cada uma. Acredito que os professores colaborativamente conseguirão arranjar soluções criativas para que as aprendizagens dos alunos se tornem mais motivadoras, significativas e efetivas.

É preciso desformatar o pensamento e pensar para além do que existe neste momento: o Ministério da Educação deverá funcionar fora da estrita lógica normativa e as escolas e professores não podem ir a correr pedir instruções ao ministério.

E se ainda não perceberam bem o que é 21st Century Education, vejam o seguinte vídeo.

 

E agora um exemplo de uma escola em Singapura e como ela funciona. Claro que as diferenças ao nível das condições são enormes, mas reparem na metodologia de ensino e forma de trabalho dos alunos.

 

 

E agora a experiência de um professor, contada na 1ª pessoa e no tão conhecido TEDx Talks.

 

Ficaram com uma ideia? Para terminar deixo o “recado” do António Duarte, do excelente blogue Escola Portuguesa, que vai seguramente ao encontro das preocupações de muitos milhares de professores…

Estais lixados.

Estavam todos habituados ao currículo arrumadinho em disciplinas, cada uma com o seu programa, a sua avaliação e a sua nota no fim de cada período?

Pois agora terão de gerir os currículos, tirar daqui e pôr acolá, deitar fora a tralha que não interessa, criar projectos interdisciplinares, envolver os alunos em muito trabalho de projecto e educação para a cidadania, trabalhar em equipa mas cada um para seu lado, pois não haverá horas para estarem todos juntos ao mesmo tempo com os alunos.

O nosso trabalho foi desformatar o currículo e desarrumar ideias feitas; o vosso irá ser voltar a organizar tudo num esquema que funcione e, acima de tudo, produza sucesso.

E não nos venham perguntar como é que se faz, que nós também não sabemos. Desenrasquem-se.

Cá estaremos no fim para avaliar o vosso trabalho e apontar o dedo ao que não correr bem.

30 COMMENTS

  1. Se acham que isto é tudo muito revolucionário continuem… já escrevi várias coisas sobre o conteúdo em causa e , por agora, ficarei por aqui… Consigo decalcar alguns textos clássicos onde a base da argumentação é a mesma… Já gora , para os deslumbrados , e para o senhor da OCDE que aponta o exemplo de Singapura e o Chinês como bons , devem também analisar o modelo das duas sociedades, como se comportam os alunos, as suas leis…e diga-me se gostam… Também mostrem vídeos das escolas chinesas: professor fala , aluno não dá nem um pio… O Império do Meio tem uma cultura absolutamente virada para os exames há vários séculos.
    Quanto à cooperação e às equipas , etc e tal, só pergunto se são masoquistas???… Currículos iguais (já ouviram alguma palavra em contrário ???); horas letivas as mesmas (mas são anjinhos de acreditar que vai haver mais dinheiro? Sim, porque a redução da componente letiva implica muito dinheiro!!!) . Passar horas a discutir inutilidades e elaborar grelhinhas e e relatórios vários??? É que já fiz formação com alguns ”gurus” desta suposta revolução e o que vejo é horas intermináveis de reuniões e resultados magníficos… para quem está de a dar palestras!
    Para outros a maravilha está na tecnologia… mesmo que a ”criançada” já passe uns milhares de horas ”ligada” e quase não haja iteração… e de existirem , já, umas dezenas de estudos a desaconselharem o uso contínuo das mesmas… Permaneço, também, maravilhado com a confusão entre o c uso de ferramentas e outro conhecimento, como, por exemplo, as Humanidades…
    Por falar em Humanidades, essas sim, deveriam ter um papel relevante no currículo mas, ,bem sei, é pouco ”in” e obriga a pensar… o que é , manifestamente, chato!

  2. Para os deslumbrados com o Oriente (poderei colocar exemplos muito eloquentes sobre a China…)!
    The Importance Of Discipline
    by DJULIA MONTANA DE VEYRA
    ”Singaporeans place a lot of importance on discipline, and corporal punishment is widely accepted. Caning (a bastonada…) is not only used to punish criminals but also as a disciplinary measure in schools, the military, and in the domestic scene. Do not be surprised to find canes sold in grocery stores. They usually cost around 50 Singapore cents and are made of thin rattan with a plastic hook at the end to serve as the handle. They are made for the sole purpose of parental caning. Make sure you respect the local culture and adhere to their strict standards of proper behavior.”

    Homosexual Relations

    The legislation on “Outrages on Decency” criminalizes same sex relations. This law used to be under the umbrella of “unnatural sex” or sex “against the order of nature.” Violators of this law can cost the offender up to two years in prison.

  3. Sobre o vídeo do Grant Lichtman… Havia um senhor que nasceu em 1859, chamado Jonh Dewey, que dizia algumas coisas muito parecidas… Para alguns este discurso é supostamente inovador!!! É por estas e por outras…

  4. Sinceramente, muito sinceramente, se me continuarem a pagar o que estão a pagar não “mexo” nem uma palha para participar nessa mudança.

    Não sei ser professora assim e a pagarem-me o que pagam não mudo. Não faço formação. Querem mais, querem diferente, DESCONGELEM as carreiras e ATUALIZEM os índices de vencimento.

    Ou, então, obriguem-nos a fazer formação para aprender. Por acaso, gostava de os ver a mudar a lei sobre o assunto e a tornar a formação obrigatória.

    • Subscrevo.

      Mas acrescento uma coisa: manter o charme e um sorriso de engagement na coisa do sé XXI (esta coisa do séc XXI já me está a irritar!)

      Estou ali a olhar para o Andy Hardgraves (na estante) que comprei e li há décadas! ” A escola e os professores do sé XXI”

      Eu agora estou mais interessada na problemática pedagógica do sé XXII.

    • Desculpe mas isso é confundir situações, essa sua afirmação demostra falta de brio profissional, está a dar razão ao governo que acha que só devem progredir os que realmente merecem.
      De qualquer maneira pode sempre mudar de profissão e escolher uma onde a valorizem mais.

  5. 1- Não entendo bem o que o Alexandre entende por:

    “Pode ser complicado? Pode. Mas é possível e, provavelmente, deve ser diferente de escola para escola de acordo com as características dos contextos de cada uma. Acredito que os professores colaborativamente conseguirão arranjar soluções criativas para que as aprendizagens dos alunos se tornem mais motivadoras, significativas e efetivas.”

    Porque a esmagadora maioria dos professores já o fazem há muito, ou por convição ou por não ser possível doutra maneira tendo em consideração os alunos que temos e que são tão diferentes ……

    2- A chamada de atenção que faz para a opinião expressa no blogue que refere não bate certo.
    O Alexandre é mais optimista e afirma ser necessário desformatar; o A. Duarte, autor do blog, parece-me menos optimista: “Estais lixados”!

    • Ana, a opinião do Duarte é o que muitos professores pensam. Eu acredito que é preciso mudar o ensino, em 15 anos a sociedade mudou radicalmente.

  6. Várias coisas estão mal na Escola Pública portuguesa: mudanças constantes e políticas erráticas; falta de disciplina; excesso de alunos por turma; turmas mistas no 1º ciclo; docentes envelhecidos e desgastados por aturar tanta tolice (terão de aturar mais uma?); formação inútil que são obrigados a frequentar; horas intermináveis de reuniões para discutir minudências e banalidades; burocracia interminável e inútil; excesso de horas letivas e de turmas atribuídas; trabalhoem tempo de descanso para corrigir testes e elaborar materiais para uso em sala de aula; desvalorização, por muita gente, do papel do conhecimento; progressão na carreira: zero… diretores que pensam mais em fazer coisas lindas, e que dêem nas vistas, do que prestar um verdadeiro serviço público de qualidade …currículos excessivos e crianças que passam demasiado tempo fechados na escola…
    O resto, da escola do século 19 é conversa fiada… e as ideias que alguns querem vender como inovadores são teorizadas no século passado: está nos livros. Essa de que a mudança será grande é uma treta! A roda já foi inventada há muito! E, volto a dizer, aprender, por vezes é duro, com ou sem telemóveis, em grupinhos, ou a solo, ninguém irá mudar essa realidade e, muito menos, a realidade social que molda os alunos… O lirismo é bonito mas é algo de pessoal!

    • Estamos em pólos diferentes, estou farto do ensino anti tecnológico onde o aluno é um mero receptor. Estou farto de ouvir alunos que não gostam da escola. Aliás, eu tb não gostava da escola, era uma seca e continua a ser uma seca. Pode ser lirismo para alguns, eu chamo-lhe evolução e são vários os países que estão a seguir a tendência. Se continuamos a dizer que tudo está mal e que na sala de aula tudo está bem, é apenas a constatação de cegueira ideológica e surdez para o que a comunidade educativa anda a dizer, incluindo muitos professores.

      • “estou farto do ensino anti tecnológico onde o aluno é um mero receptor.”

        Alexandre, acredita mesmo no que escreveu?
        Considera que a esmagadora maioria dos professores têm metodologias “anti tecnológicas”?
        E considera que os alunos continuam a ser “meros receptores”?

        Pelo que vejo, ao passar pelos corredores e ao dar 1 olhadela pelas vidraças das salas de aula, vejo quadros interactivos a serem usados, alunos a apresentarem trabalhos usando as TIC, vejo alunos a trabalharem em grupos, vejo e apercebo-me de debates, oiço sons, música, visionamento de filmes, etc.

        Se há aulas que terão de ser mais de “input”? Claro. Sempre serão precisas. depois vem o output….

        Sinceramente, não tenho esta visão transcrita na afirmação acima referida.

        • Permita-me acrescentar um outro dado:

          Tomando como certa a teoria das Inteligências múltiplas de Gardener que apontam para as metodologias de diferenciação pedagógica, temos que ter em atenção os diferentes modos de aprendizagens dos alunos e programar aulas/actividades que vão, tanto quanto possível, ao encontro destas diferentes formas de aprendizagem- há alunos que preferem umas metodologias a outras. Costumo fazer um inquérito no início de cada ano lectivo e de cada período lectivo e observo que as respostas são diversas. Isto deita um bocado por terra o “estar farto do ensino anti tecnológico” (como professor). O mais difícil, como professor, é aperceber-se das diferenças e equilibrar as suas práticas aos alunos/turmas que tem à sua frente.

          • Não consigo reconhecer mérito nenhum nas escolas dadas como bons exemplos! Não quero viver numa sociedade como a de Singapura! Identifico-me muito mais com a Sueca onde se dá tempo livre aos pais para, fazerem o que lhes compete, que é educadar os filhos; onde os professores tem turmas com poucos alunos (em escolas com poucas turmas) o que permite um ensino de descoberta, respeitando os diferentes ritmos, de investigação, de partilha e sobretudo onde se desenvolve a capacidade crítica e a cidadania ativa e consciente.
            Ah, pois é! se calhar esse tipo de cidadania não interessa desenvolver…!

          • Calhou ser um exemplo de uma escola de Singapura, estamos a falar das metodologias de ensino…

  7. Mas ,com o ensino tecnológico, o aluno deixa de ser um mero receptor? Não compreendo! Mas usar um telemóvel , ou um tablet, coloca-nos na cabeça o Sermão de Santo António, do Padre António Vieira? Bem sei o velho padre, Pai Nosso da Língua Portuguesa, Escrita, é uma seca; o Lobo Antunes é um chato; o Pessoa era um ”doente”; e o Camilo? Muito datado… E o Aquilino? Ui… esse então é indecifrável… E a História? Muito ”out” coisas que já passaram há bué da tempo… Peço desculpa pela ironia … mas não sei como faz a quadratura do círculo …

    • Estamos a falar de metodologias de ensino, estamos a falar do aluno ser apenas um mero recetor, estamos a falar que os professores não trabalham em equipa, estamos a falar que a informação está em todo o lado, que o professor já não é o dono do saber, que o google sabe muito mais que qualquer professor. Mas o google n ensina, o professor deve ser um orientador e gestor do saber. E também estamos a falar de metas absurdas e desajustadas ao século XXI, num ensino retrógrado, carrancudo, velho e estático que não permite a criatividade, a resolução de situações, a adaptação às tecnologias vigentes. É isto que estamos a falar, e por muito que diga que isto já foi feito, não é verdade, esta escola tecnológica, dinâmica e criativa NUNCA existiu em Portugal, até porque não havia a tecnologia que existe hoje em dia…
      É disto que estamos a falar!!!

  8. Há que adaptar os novos ”colaboradores” para as necessidades das empresas do século 21: dourar a pílula com uma linguagem moderna e com umas ”pitadinhas” de Escola Moderna; torná-los ignorantes na política e nos direitos sociais, na Literatura, na História, na Filosofia; um bom domínio de tecnologias e outras artes de entretenimento; incapazes de se questionarem; facilmente moldáveis e sempre dispostos a aprender (aprender o que é necessário para mudarem de trabalho continuamente e de modo precário); se começarem a ficar um poucochinho avariados da cabeça nada como o mildfulness, e muita meditação… Assim em vez de mudarem as condições de trabalho aceitam melhor a exploração e ainda se sentem plenos e felizes…Maravilhoso Mundo Novo!

    • Então estamos satisfeitos com o que temos. Anda muito preconceito por aí… e quiçá alguma ignorância…

  9. Sim, eu estou muito satisfeito com a Escola Pública portuguesa e com os resultados extraordinários que alcançou em pouco mais de 40 anos.
    Desfaça a minha ignorância Alexandre Henriques e ilustre-me… Obrigado.

  10. Eu comentei, portanto, também está publicada… É a minha opinião. Por ser diferente da sua sou ignorante? Ou discordo daquilo que pensa? Para me chamar ignorante deve-me apresentar factos, com estudos académicos, à seria, e não opiniões que valem tanto , como as minhas…
    Já agora apresenta um belo exemplo para ilustrar a Revolução na Educação: Singapura… Agora digo-lhe eu: informe-se melhor… É que para a sua tese escolheu , se calhar, um mau exemplo.

    • Meu caro, o preconceito e ignorância era sobre isto…

      se começarem a ficar um poucochinho avariados da cabeça nada como o mildfulness, e muita meditação… Assim em vez de mudarem as condições de trabalho aceitam melhor a exploração e ainda se sentem plenos e felizes…Maravilhoso Mundo Novo!

      Pode ter direito à sua opinião, mas não se ficou por uma opinião…

      Sobre Singapura, apenas escolhi um exemplo de uma escola, nada mais.

      Passar bem

  11. Caro Alexandre, lamento mas parece que a mudança educativa vai, por diversas razões, ter de esperar.
    Ainda não é desta. E digo isto não por ser um Velho do Restelo mas porque efectivamente vejo não há condições.
    Agora que a educação levará uma volta, mais tarde ou mais cedo, não tenho grandes dúvidas.
    Se mudará para melhor, espero que sim, mas aí também tenho algumas reticências.
    Enfim, assuntos para irmos discutindo.
    Abraço

    https://escolapt.wordpress.com/2017/03/09/velhos-do-restelo/

    • Eu li o teu post e por falta de tempo não respondi. Depois da notícia de hoje do Público, sou obrigado a concordar contigo. Nem tudo o que parece é, nem tudo o que quer ser será…

  12. Na realidade, já se andou muito à frente do que agora existe… E nem todos os professores estão fechados a novidades… Os corpos docentes das escolas estão é envelhecidos e sobrecarregados, isso sim!!!!
    E deitar fora a tralha que não interessava foi o que se fez durante muitos anos, especialmente nas línguas de currículos infindáveis de cerca de 300 a 400 páginas para um só ano… Acho que essas coisas caíram no esquecimento ou nunca se souberam bem!!!
    Quando comecei a trabalhar em 1987 deram-me para a mão os programas… olhei para o volume de cada um e disse: isto é impossível! Solução: escolher, escolher, escolher… reduzir, reduzir, reduzir e achar os melhores temas, textos, atividades para os alunos que tinha à frente! E tinha um 10º ano de Inglês que queria vida e música, numa época em que obtê-la ficava caríssimo e em que o ordenado de um professor a começar mal dava para pagar a viagem e a renda de um quarto… Quem me dera ter tido com quem partilhar as aulas, a planificação de atividades a interação as escolhas… tudo! Por isso, sim, estou, como sempre, aberta à mudança! A uma mudança consistente, cuidada e assertiva! Há muito que estas salas me são frias e impessoais! Sempre procurei formação, agitação, projetos e foi neles que encontrei melhores resultados para os alunos… Por isso, não me assusto com a mudança… Assusto-me com a mudança das mudanças que sempre têm estado em curso desde que comecei a trabalhar!

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