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Pausa da Páscoa a 29 de março

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Para compensar os 11 dias úteis de pausa letiva não prevista devido à pandemia de covid-19, o Ministério da Educação revelou, esta terça-feira, as alterações ao calendário escolar, que incluem a supressão da pausa no Carnaval e o encurtar das férias da Páscoa, para apenas quatro dias. As aulas à distância começam a 8 de fevereiro, a próxima segunda-feira.

Estes são os três pontos essenciais das mudanças no calendário:

a) Supressão da pausa letiva de Carnaval, prevista de 15 a 17 de fevereiro;

b) Alteração na pausa letiva da Páscoa, que passa a ter início no dia 29 de março e a terminar a 1 de abril (na prática, os alunos ficam uma semana sem aulas):

c) Alteração das datas de conclusão do terceiro período para os diferentes anos de escolaridade.

Tanto a alteração do calendário escolar, como o calendário final de provas e exames serão divulgados até ao dia 12 de fevereiro, explica um comunicado enviado aos diretores das escolas.

Sobre o apoio às famílias mais carenciadas ou que sejam compostas por trabalhadores essenciais, o mesmo texto considera cruciais “dinâmicas de apoio às famílias, crianças e jovens” e que haja uma “atitude proativa para que estes apoios sejam efetivamente prestados”, complementando as solicitações das famílias.

“Este apoio, conforme definido na legislação aplicável, consubstancia-se na possibilidade de (i) alimentação (escalões A e B) e (ii) escolas de acolhimento. Foi, assim, definida uma rede de escolas que promovem o acolhimento dos filhos ou outros dependentes a cargo dos trabalhadores cuja mobilização ou prontidão para o serviço obste a que prestem assistência aos mesmos”.

Num segundo documento, a Direção-Geral da Educação, dá indicações sobre os momentos síncronos e assíncronos da aprendizagem nos próximos tempos, em que os alunos vão estar em casa:

“Importa relembrar alguns aspetos essenciais. A gestão dos momentos síncronos e assíncronos deve acautelar:

a) O tempo de atenção dos alunos e a fadiga de ecrã, variável em função das idades, estilos de aprendizagem e ritmos de diferentes turmas.

b) A diversificação de metodologias ao longo de cada aula, estimulando-se a atenção, o trabalho individual e em pares e acautelando-se a o excessivo recurso a métodos unidirecionais, seguindo-se as sugestões da UNESCO sobre a duração das unidades com base na capacidade dos alunos.

c) O acompanhamento efetivo dos alunos nas aprendizagens desenvolvidas ao longo de cada semana.

d) Uma constante monitorização pelas estruturas das escolas da eficácia das opções tomadas para a maximização das aprendizagens dos alunos.

Fonte: JN

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