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Os Vencimentos e as Falsas Baixas Médicas

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Curioso o aparecimento de duas notícias no mesmo dia e com a mesma proveniência – Bruxelas. Pode não parecer, mas ambas estão relacionadas, a primeira aborda a questão dos vencimentos dos professores, alertando para as negociações do próximo Orçamento de Estado, a segunda sobre a verificação de 3 mil baixas médicas fraudulentas de um universo de 6 mil.

Pode parecer que os assuntos não estão relacionados, mas sim, estão, a questão financeira e que há muitos anos tem vindo a afetar a função pública e os professores/assistentes particulares em particular, são um, se não mesmo o principal fator do descontentamento docente e não docente.

O desgaste da profissão, o idade elevada de ambos os profissionais, a “agressividade” do meio escolar, entre outros fatores, são motivos suficientes para justificar o elevado número de baixas médicas.

Curioso como a própria Ordem dos Médicos foi obrigada a defender a sua classe, algo que não é comum pelo menos neste departamento das baixas na educação. É que sejamos sérios, se existe alguém de baixa médica, foi porque alguém a passou…

Bruxelas avisa que negociações com os professores “pressionam” OE

“Não há baixas fraudulentas.” Ordem dos Médicos recusa atestados falsos na Educação

4 COMMENTS

  1. Não há baixas fraudulentas. É um disparate escrever tal. Os professores estão esgotados e os médicos sabem bem disso.

  2. Falsas baixas médicas?! Fraude?! Se há fraude e se são falsas devem ser punidos, agora se alguém vai a junta médica e se passa a ser considerado apto para trabalhar não vejo onde está a fraude…
    P.s. – por outro lado vê-se muita gente com problemas enormes de coluna a andar de salto alto, mas o médico lá sabe!

    • Estou de baixa médica, desde 1 de setembro de 2018. Tenho uma uma doença auto-imune que me ataca as articulações, sou professora de Musica , tenho 40 anos de serviço e 61 anos de idade. Acham que posso trabalhar???Eu é que sei. Deixem-se de tretas. Não falam nas reformas de há alguns anos atrás dos docentes do 1º ciclo e educadores que se reformaram aos 50, 52, e 55 anos, porque o ECD assim o permitia -(monodocência) e hoje é só viajar , cruzeiros ,e fazem muito bem. Onde está a equidade do sistema|!!!

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