Home Notícias Os Últimos De Uma Espécie

Os Últimos De Uma Espécie

591
0

Seja pelos bloqueios impostos a meio da carreira, seja pelo anos congelados que não foram devolvidos, ou pela alteração previsível que Alexandra Leitão e o seu Governo pretendem fazer à carreira docente. O topo da carreira, mais conhecido como 10º escalão, será apenas uma miragem para a larga maioria dos professores. Como alguém me disse recentemente, quem veio para professor não veio para ser rico, verdade, como também é verdade que ninguém fica rico no topo da carreira docente…


Mais de 6000 professores chegaram ao topo da carreira em 2019

Cerca de 45 mil professores tiveram uma promoção em 2019. Destes, mais de 6000 atingiram o o 10.º escalão, o mais elevado da carreira docente, que estava até agora praticamente vazio, revela o “Público” esta sexta-feira.

De acordo com o Ministério da Educação, no final do ano passado, 6,2% dos professores estavam no 10.º escalão. Conforme lembra o jornal, o 10.º escalão era um patamar da carreira docente que estava até aqui praticamente vazio.

Segundo o relatório Estado da Educação 2018, publicado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) no final do ano passado, apenas 0,02% dos professores estavam no 10.º escalão. Estes números diziam respeito ao ano letivo 2017/2018.

O 10.º escalão foi criado em 2010, quando foi aprovada a atual estrutura da carreira dos professores. No ano seguinte, as carreiras da função pública foram congeladas, situação que se manteve até ao final de 2017.

Um professor que atinja o 10.º escalão recebe cerca de 1991 euros mensais – um valor médio que pode variar em função do enquadramento individual em sede de IRS.

Também no ano passado houve um aumento de cerca de 3500 docentes no 9.º escalão. Neste patamar da carreira passaram a estar 13,8% dos vinculados. Ou seja, no final de 2019, 20% dos docentes passaram a ocupar um lugar nas duas categorias de topo da carreira.

Fonte: Expresso

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here