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Os filhos não devem ser “pertença” das Mães. Mas são!

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A indispensabilidade que se vai e tão bem praticando de igualdade de sexos, em que deixou de haver a figura do chefe da família, que só competia ao pai, por em dada altura ser quem trabalha e trazia dinheiro ao “lar”, felizmente acabou. E nunca deveria ter existido. Mulher e Homem são e sempre deveriam ser iguais, em direitos e deveres, com as diferenças intrínsecas entre seres humanos, nada de diferenças por sexo.

igualdade de sexosA mulher, hoje, trabalha fora de casa e tem a sua independência monetária o que é muito positivo. A mulher com o advento da pílula e não só, tem um total controlo sobre o seu corpo, a sua sexualidade e ser ou não mãe quando o quer ou não ser, é excelente.

Porém a igualdade dos sexos não deveria querer expressar amanhã, se não já hoje, a Mulher passar a mandar no Homem. Será distorcer tudo o que se achou ser conseguível, que seria, ainda foi, mas se calhar já não é, a igualdade de deveres e direitos, entre sexos. E hoje já há muito mais vítimas homens de violência doméstica, que nestes casos é muito mais psicológica que física, mas, dói muito, mas, é uma realidade e ao que parece um orgulho para demasiadas mulheres, com “m” muito pequeno.

Neste progresso de a Mulher ser igual ao Homem, como sempre o ser humano faz absurdos, e estamos nesse momento, que já nem no advento. E a arma predilecta das mulheres passou as ser os seus Filhos. Claro que o sexo também, mas mais os seus Filhos. Que não os fez sozinha que não são só “seus”, e que nunca lhe são uma “posse”, uma “pertença” como os fazem ser.

E achar que lhe são uma “pertença” e tomarem “posse” dos filhos e armadilham todo o terreno à volta, por forma a não haver hipóteses de acontecer o comentário. Os pais – eles- passam a ser uns joguetes nas mãos das mulheres / mães e não só. E as crianças são um elo de força da mãe sobre o pai. O interesse das crianças deixou de ser importante.

E o importante é poder da mãe nas crianças, e não no seu bem-estar futuro. Tanto querem abrigar os seus rebentos que não lhes sabem dizer “não, quando não deve ser” nem o inverso.  Mas não é protegê-los e tê-los do seu lado. E quando as criancinhas chegam aos 14 anos revoltam-se contra as mães e por tabela contra os pais que por norma são uns lorpas, e corre tudo muito mal, para todos. E com todos.

E isto vê-se em todo o lado, nota-se com as mães sentadas no café ou no restaurante, e eles é que fazem o trabalho sujo – já não é em conjunto, em partilha, como hoje se diz, sem conteúdo – , nem que seja ir lavar o rabo da criança enquanto a mãe fica alapada. E quando chega a hora de dar o chocolate é a mãe que dá, o pai não o pode fazer dado que é um direito das mães. E isto repete-se do mais importante ao mais insignificante, e as crianças são criadas como “posse” das mães com todas as nefastas consequências que já em muitas vivenciam e outras  se vislumbram virão a fazê-lo.

Talvez seja tempo de as Mulheres com “M” grande reflectirem nisto e ensinarem as outras com “m” pequeno a refazer os seu pensamentos e forma de ser Mulher, e Mãe, a bem dos filhos e do futuro. Ou não!

Augusto Küttner de Magalhães

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