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Os Encarregados de Educação não são funcionários do Ministério da Educação!

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Os manuais, anunciados como gratuitos pelo próprio ministério (Plataforma MEGA – Manuais Escolares Gratuitos!), foram entregues para utilização em agosto/setembro de 2018. A utilização pressupõe, nos manuais do primeiro ciclo, a escrita nos espaços em branco, por decisão das próprias escolas, que escolhem os livros, e dos professores que dão as aulas.
Agora, algumas escolas, no finalzinho do ano, vêm a correr exigir que é necessário apagar os livros. Livros que foram pintados a lápis de cor, por exemplo. Livros que são feitos para serem preenchidos. Livros que foram escritos por crianças de 6 a 9 anos, por exemplo, que têm caligrafias “imponentes” porque estão a aprender a escrever.
O Ministério da Educação quer fazer demagogia com a entrega de “manuais gratuitos” a todos, então que arque com as consequências, tal como o fez no passado, de os apagar no final do ano letivo. Não tem funcionários suficientes? Contrate mais.
Andar a fazer medidas gratuitas, populistas e eleitoralistas à custa do trabalho dos outros e à custa do dinheiro dos outros é fácil de facto, mas é moralmente reprovável.
E não me venham dizer que é uma pequena contribuição para a reutilização. Não, não é.
Não há nada na lei que obrigue a devolver manuais que são para preenchimento, apagados.
Não há nada no processo de aceitação dos livros que explicitamente indique que o preenchimento dos livros implica posteriormente o seu apagar por quem recebeu o livro gratuito.
Por outro lado, ainda, não é justo para crianças do primeiro ciclo, receberem livros gratuitos que foram apagados e que, obviamente, estão ainda todos escritos – apagar a escrita de uma criança de 7 anos é quase impossível.
Os próprios professores não sabiam desta “medida” e muitos deles mostraram-se indignados, e bem, com esta atitude idiótica, demonstrando que a classe docente defende a escola pública até contra o Ministério da Educação e alguns diretores.
Filinto Lima, em sentido contrário, afirma “Todos fazemos um esforço coletivo de muitos milhões de euros para dar os livros, e este é um esforço mínimo que se pede a alunos e famílias” – não, não é. A próxima medida do Ministério da Educação vai ser colocar os diretores de escolas a varrer ruas. Todos fazemos um esforço coletivo para ter estradas, o mínimo que os diretores de escola podem fazer, é varrê-las! Pois se é um esforço mínimo que se lhes pede!
Isto é o Ministério da Educação a não querer fazer o trabalho, passando-o para os encarregados de educação e, mais grave ainda, para os alunos. Fazer medidas gratuitas com o trabalho dos outros é fácil. E infelizmente já há diretores de escola a concordar… creio que todos percebemos porquê. Se as escolas já fizeram este trabalho nos anos passados, porque é que agora se lembram de alterar posições, quando a legislação base é a mesma? Será porque há um prémio de 10.000 euros paras as escolas que mais “reciclarem”?
O que é que vão “exigir” a seguir aos encarregados de educação? Que vão lavar a escola no final das aulas? Que substituam vidros? Que comprem material adicional para a escola? Que afaguem e envernizem o taco das salas?
É que já há muitas Associações de Pais que fazem isso mesmo, por incompetência do próprio Ministério da Educação ou Direções, para que os filhos possam ter um ambiente de escola melhor.
NOTA IMPORTANTE: se o manual gratuito foi vandalizado ou está fisicamente em mau estado, não deve ser aceite. Mas se foi utilizado tal como foi indicado pela escola, preenchido como mandou o professor, então devem aceitar o livro de volta tal como está e não pode haver qualquer penalização para o encarregado de educação ou criança – não há nada na legislação que suporte essa penalização.

14 COMMENTS

  1. CHEGOU A BRIGADA DA BORRACHA… UMA VERGONHA…
    E, na minha modesta opinião… esta ATITUDE é ilegal pois, as crianças perderam todo o trabalho que realizaram nos livros sem os progenitores terem sido tidos nem achados.
    Com que direito é que o Estado manda apagar o trabalho feito pelos filhos dos portugueses nos livros que disseram seriam GRÁTIS? Não haverá quem de DIREITO se pronuncie a favor das crianças terem direito ao que lhes foi prometido e divulgado como GRÁTIS? Ou então… É SIMPLESMENTE MAIS UMA MEDIDA que ENVERGONHA o PAÍS… TERCEIRO-MUNDISTA As crianças deixam de ter suporte onde rever matérias, deixam de ter um feedback com as correcções para verificarem e reforçarem os conteúdos onde mais falharam… para dar os livros a quem vai estudar neles COM DESGOSTO… Grande motivação! Continuem a DAR MILHÕES ao PRIVADO…!!
    SOCIALISTAS são peritos na MUDANÇA LINGUÍSTICA. São todos iguais!!
    Uns SOCIALISTAS (José Sócrates e seus governantes) põem em lei a aplicação de ACORDOS ORTOGRÁFICOS de que CAMÕES se ENVERGONHARIA.
    Outros SOCIALISTAS (António Guterres e seus governantes) criam vias rápidas chamadas de SCUT’s (Sem Custos para os Utilizadores).
    Outros SOCIALISTAS (António Costa e seus governantes) criam os LIVROS GRÁTIS mas… A PAGAR… (e ainda por cima têm que se APAGAR!!!).
    A MAIOR TRISTEZA é que quiseram GANHAR VOTOS dizendo que haveria LIVROS GRÁTIS até ao 12º ano… Mas, afinal… não só NÃO SÃO GRÁTIS como os querem de volta apagados (ainda por cima com as marcas das respostas inevitavelmente visíveis!!!).
    Ora, o TRABALHO feito pelos alunos NÃO É DA ESCOLA… NEM DOS PROFESSORES… NEM DO GOVERNO. Tem a caligrafia da criança e é propriedade intelectual dela. NÃO HÁ DIREITO DE APAGAR O SEU TRABALHO… RIDÍCULO. ISTO É UMA HUMILHAÇÃO E DESVALORIZAÇÃO DE TODO O PROCESSO E PROGRESSO EDUCATIVO.

  2. Os senhores diretores são mais papistas que o Papa. Os manuais do primeiro ciclo são para utilizar. O abade Filinto Lima tem aqui uma solução para utilizar quando nada tem que fazer.

  3. Este tipo de pessoas tem de pegar em tudo para criticar e ter reconhecimento ao distorcer tudo o que é feito ou dito.
    Desde o inicio que foi reconhecido que o fim de ter manuais escolares grátis ou subsidiados pelo subsidio escolar através de um escalão atribuído em conformidade com o rendimento do agregado familiar (pois a sua utilização não pressupões a entrega de uma caução ou pagamento de aluguer), era a reutilização dos mesmos para outros alunos nos anos consequentes onde se mantivesse o plano escolar.
    Apesar da noticia falar de 2018 tenho conhecimento que esta medida é mais antiga (pode então ter sido reformulada) pois o meu irmão mais novo já foi abrangido por esta medida mesmo antes de 2018 (e foi informado desde o primeiro dia que os livros eram para devolver nas condições de entrega), contudo acho que se os livros tem o objectivo de serem interactivos, como os do primeiro ciclo, não vejo o porquê de não serem tiradas fotocópias individuais para cada aluno, por forma a guardarem então o seu trabalho, quando necessário, no caso de ter que colorir ou o mais conhecido exercício “preenche na figura”, e não vejo porque as escolas não o fazem visto que nem querem saber das restrições das fotocopias com direitos de autor continuando a tirá-las quando e só quando os professores acham necessário (assim como no inicio do ano quando as papelarias se atrasam com as encomendas dos manuais), para além do mais há escolas onde os manuais escolares apenas são levados para casa quando existem os chamados Tpc´s o que também ajuda na preservação dos mesmos.
    Sempre foi sabido, e isso é informado nas recepções das devias escolas, que estes teriam de ser entregues mas condições em que foram levantados desde o primeiro dia, por isso os professores sempre disseram aos alunos (e se há professores que não o sabem é porque não buscam a devida informação, pois há professores que estão conscientes disto) para dar as respostas no caderno com se fosse um enunciado de um teste normal , os pais é que em casa estão-se a “cagar” muitas vezes para os trabalhos de casa dos filhos e não supervisionam onde, como e se sequer fazem os deveres, e o mais triste é que vi professores a partilharem esta publicação, eles que deveriam ter ainda mais consciência daquilo que se passa e do que estas medidas efectivamente significam e qual o seu fim (visto que estão a instruir pessoas para o futuro e apesar da educação dever e ter de ser dada pelos pais, estes são grandes intervenientes na forma como as crianças são moldadas), neste caso, sempre foi a reutilização, não só por motivos económicos mas como ambientais…
    Continuo a achar que Portugal e principalmente as faixas etárias mais velhas são extremamente resistentes à mudança e ainda por cima fazem-no transparecer para as gerações mais novas influenciando as mesmas. E sinceramente.. p’ra que nós queremos guardar livros antigos? Acham mesmo que no 12º ano vamos ter interesse nos livros do primeiro ciclo? Se formos ao sótão dos nossos pais ou dos nossos avós até podemos sentir aquele momento de nostalgia, mas em troca de que? De centenas ou milhares de árvores? E digam-me se isto vos parece ridículo mas são elas que nos fornecem ar puro, ar respirável! Se não de futuro podemos viver como no filme de animação do lorax onde se compra ar potável, que apesar de ser um filme de animação assim como muitos outros passam mensagens de consciência social que o humano for perdendo ao longo do tempo!
    Já pararam para pensar que apenas os pais que querem manter as aparências a todo o custo querem que os filhos apareçam na escola com livros novos porque fazem transparecer que têm uma boa vida e um bom poder de compra mesmo não tendo e que quem realmente necessita de medidas como estas é beneficiado não tendo que gastar entre 200 a 400 euros por ano em livros que muitas das vezes nem são usados na sua totalidade e que não vão ser utilizados nunca mais?
    E mais abaixo na noticia ridicularizam o facto de os directores da escola irem limpar a rua.. sinceramente, so what??? Para aqueles que não estão cientes nas escolas no Japão as crianças são instruídas desde bastante novas a respeitar os espaços comuns a todos, inclusive quem faz as limpezas das escolas são as próprias crianças! Assim como são ensinadas a ter responsabilidades em casa como aprender a cozinhar ou ajudar na lida da casa, mas em Portugal uma mãe já fica super orgulhosa porque o seu filho de 17 anos finalmente faz a própria cama. Com isto, não só as escolas lá como todos os jardins e espaços comuns são muito mais asseados e não me venham dizer que em Portugal os pais trabalham muito por isso não tem tempo para educar os seus próprios filhos porque lá trabalham muito mais e mesmo assim as crianças são muito mais respeitadoras, e não que até são dos países com menor taxa de criminalidade? Por isso é uma questão de valores e cultura.
    Sinceramente acho que como nós portugueses tivemos um período de ditadura e de restrição tão grande que as gerações mais velhas querem dar aos filhos tudo aquilo que não puderam ter, mas com isso estão a criar gerações desrespeitadoras e preguiçosas à medida que criamos novas gerações.
    Infelizmente acho que a necessidade de ter um livro novo em folha ao invés de um livro que apesar de usado pode instruir novas crianças não passa de uma vaidade e preconceito bastante enraizado na nossa sociedade.
    Se as crianças tivessem educação e regras suficientes dadas pelos pais preservariam os manuais e tudo o que fosse então interactivo fariam-no numa cópia que poderiam guardar para si, para que o mesmo manual pudesse ser usado por um aluno cujo pai ou mãe recebem nada mais nada menos que os míseros 600 euros por mês e que com eles ainda tem de pagar renda, agua, luz, gás, serviço de casa, carro, alimentação e todo o material que implica para formar estas crianças.
    Por isso, não vejo qual o problema de se preservar um manual para que outra criança que precisa possa usar nas devidas condições , porque num estado em todos supostamente tem direitos e deveres iguais, também todos deveriam ter os mesmos direitos no que à Educação.

    • Estou banzada com tanto dislate! Credo! Não faz a mínima ideia do que é o dia a dia escolar! Então, está tão preocupada com as árvores e propõe que se tirem fotocópias às páginas dos livros? Onde está a coerência? Como se ganha amor ao livro se não o usar? É para objeto decorativo e contemplativo? Por favor, poupe-nos e redirecione a sua azia para outro lado!

      • Creio que fazendo 12 anos de vida escolar no ensino regular e hoje continuando a estudar sei o que é o dia a dia escolar!
        Em relação à sua questão de coerência apenas tenho-lhe a dizer a famosa frase “You know nothing Jon Snow”, aliás a minha coerência é facilmente explicada se quiser pensar um pouco ou até mesmo com um pequeno problema matemático, e como deixei claro no meu comentário anterior apenas se tiram fotocópias às paginas onde é estritamente necessário fazer o exercício no enunciado até porque maior parte dos livros que tem espaço para as respostas não dão o suficiente para que seja escrita uma resposta devidamente construída e fica tudo rabiscado de lado, por baixo, por cima e por todo o lado.
        Como é óbvio são números muito lineares e a necessidade muda de ano escolar para ano escolar.
        Imaginemos que o enunciado dizia “Calcule o total de folhas impressas de um manual de uma turma de 5º Ano com 25 alunos onde cada aluno tem 1 manual com 100 folhas e onde durante 5 anos cada turma do mesmo ano com o mesmo número de alunos usa tendo sempre um manual novo, e calcule o número de folhas usadas no mesmo exemplo se os manuais durante esses mesmos 5 anos forem reutilizados e apenas forem tiradas 20 cópias de exercícios que tem de ser feitos no enunciado por ano para cada aluno daquele manual”.
        Ou seja, no primeiro exemplo se todos os anos a turma de 25 alunos tiverem um manual novo por ano usaria-se 25 alunos*100 folhas=25.000 folhas p/ ano, ou seja, 25.000 folhas*5 anos= 125.000 folhas em cinco anos.
        No segundo caso seriam 25 alunos *100 folhas=25.000 folhas (manuais novos ao primeiro ano)
        + 20 folhas*25 alunos= 500 folhas/ano
        resultando num gasto de 25.000 folhas(dos manuais reutilizados durante os 5 anos) + 500 folhas p/ano * 5 anos = 25.000+2.500 folhas em 5 anos = 27.500 folhas em cinco anos.
        O que se traduz numa poupança de 125.000-27.500= 97.500 folhas em cinco anos.
        E claro, que também se traduz numa poupança aos bolsos de cada família que não tenha de gastar 200 a 400€ por ano com cada filho se não tiverem posses para tal, e mais uma vez digo, com manuais que nunca são usados na sua totalidade e que no fim daquele ano ficam a ganhar pó no sótão de alguém, até porque na minha prateleira de sala, assim como a maioria, tenho livros e não são os meus manuais da escola.
        Como é óbvio durante os 5 anos o livro não seria um objecto decorativo como refere, pois seria usado para aprender mantendo os rascunhos, apontamentos, respostas e até os desenhos nos cadernos, de maneira que todo o processo escolar de cada aluno seria guardado na mesma pelos pais ou pelo próprio conforme decisão individual.
        Para além do mais, se quer preservar o manual em sua posse compre-o que assim é propriedade sua, porque enquanto esses manuais ditos “grátis” forem emprestados aos alunos e pagos com os impostos de todos os contribuintes são propriedade de todos os contribuintes, e como em todo o lado se o seu filho estraga propriedade alheia tem de se responsabilizar monetariamente pelos estragos causados
        Portanto, aqui o dislate é seu ao fazer perguntas sem ter reflectido sobre o assunto fora da sua pequena caixinha que chama de mentalidade.

        • 25 alunos *100 folhas=25.000 folhas ???????????
          Proponho o cálculo desta forma 25 alunos x 100 fls … desta forma o resultado é … é 2.500 folhas !!!!

        • Quero uma calculadora dessas para que se todos os dias colocar numa conta do Banco 25,00€, em 100 dias terei lá 25.000,00€!! eheheheh

    • Concordo pois em 3 anos nunca apaguei livro nenhum e agora no 3 ano tive q apagar todos os manuais onde tem os autocolantes q vem no final dos livros para colar nas respectivas paginas e isso também tive q tirar e apagar pois mas o q está pintado a lápis nao sai e é uma vergonha pois senão o viessesse tinha q ir ao agrupamento da escola da minha filha e pagar o livro na papelaria da escola pois senão ficava proibida se twr oa vouchers para o ano, pois com muito custo lá apaguei e pro ano como vai ser ? Se também disseram q pro ano não podem escrever nos livros uma criança com 9anos não escrever nos livros? Não concordo é um absurdo

    • E quando um professor corrige os exercícios no manual a caneta? Como posso apagar no final? pois é a escola da minha filha não aceitou o livro pois não apaguei. É da minha responsabilidade o que o professor lá escreve? Faz sentido?

    • e tirar tantas fotocópias não fica tão caro como os próprios livros? até porque algumas dessas fotocópias teriam de ser a cores…
      Não, o que aqui se passa é populismo de um governo que quis implementar uma medida às pressas, sem antes alterar as regras para a forma como os manuais era feitos. Deixando de existir perguntas ou actividades de colorir, colar autocolantes (que não sei como podem ser reutilizados).
      Mas mesmo que consideremos o apagar dos livros como um dever dos país. Então e os alunos que vão receber esses livros “apagados”, mas que como se sabe consegue-se ler tudo o que foi apagado? esses alunos são de segunda e vão ter as respostas copiáveis em vez de terem de aprender? é que explicar a uma criança de 6 a 9 anos que tem de pensar e fazer o problema quando consegue perfeitamente ainda perceber a resposta escrita pelo anterior utilizador, é praticamente impossível.
      Reutilização sim, quando os manuais forem feitos a pensar nisso.

  4. O que me surpreende é o “Filintinho” não ter proposto que fossem os professores a apagar …afinal, creio que terá sido um dos proponentes para que fossem os DT a recebe-los… com o óbvio aval da srª secretária da educação…escolinhas pequeninas…e directorzinhos em bicos de pés para ver se lá chegam…e, acredito que chegue – gente competente não é conveniente, obediente e servil é outra louça!

    Quanto a varrer ruas, lavar casas de banho, limpar vidros, podar arbustos e árvores, limpar matas, passar a ferro, arranjar portas, …. Claro que não lhe faria mal nenhum, eu até concordo que o deveria fazer “dadas as suas habilitações polivalentes” – que o que aqui está em causa ( ao contrário do que alguém por aí terá pensado) não é a honorabilidade das profissões, se ele pensar bem nos objectivos até será uma estratégia para poupar dinheiro ao ministério que não precisa empregar mais gente, reduzindo muitos gastos com pessoal … Dar aulinhas a tempo inteiro – de preferência a alunos CEF delinquentes e marginais – durante uns anitos, apagar livros, passar recibos, elaborar, ver e vigiar exames, ter muitas reuniões sem receber mais um chavo que seja, entre muitas outras coisas, é que lhe faria bem! – pelo menos não rouba trabalho a outros.

  5. Acabem com os manuais impressos e atribuam 1 tablet a cada aluno com os manuais digitais, prático, ecológico, ferramenta de trabalho adequada ao perfil do aluno do seéc.XXI , sai mais barato e a saúde da coluna vertebral dos nossos filhos agradece!

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