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Orientações Para A Avaliação Em Ensino À Distância

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Acredito que a maioria dos professores não irá encontrar grandes novidades pois já conhece as diferentes estratégias enunciadas. Além disso, muitos professores atribuíram a classificação final do ano no 2º período, em virtude das contingências.

Fica o documento que faz um apanhado geral da avaliação no Ensino à Distância.

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4 COMMENTS

  1. Documento para professor mente capto.
    O documento é acompanhado de uma carta assinada pelo SE João Costa denominado de “Importância da Avaliação Pedagógica em Ensino a Distância ([email protected])”.
    Na 1.ª de duas páginas, no fundo, pode ler-se, “Exatamente porque a avaliação é formativa, é possível emitir um juízo global no final do processo.” Sabendo que o conceito de avaliação sumativa definido em sede de Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho, artigo 24.º, cito, “3 — A avaliação sumativa traduz -se na formulação de um juízo global sobre as aprendizagens realizadas pelos alunos, tendo como objetivos a classificação e certificação”, ficámos agora saber pela mão do SE que a avaliação formativa é igual à avaliação sumativa. Incompetente.

  2. E que faz dos professores mente captos.
    Como se fosse possível garantir no ensino à distância a autoria das tarefas dos alunos e as condições da sua realização, e estas tarefas pudessem equivaler à avaliação realizada em condições presenciais. Dar feed-back de quê? dar credibilidade a uma autoria com suspeita espúria? que se não o é, pelo menos teve oportunidade para ser. Os trabalhos feitos longe do professor só podem valer como oportunidade de aprendizagem, para quem os usou como tal, e devem ser contabilizados em termos de participação e empenho. As estratégias do ensino à distância são de outra natureza. Que fazer, quando os trabalhos são demasiado maus? será justo, nas circunstâncias em que foram realizados, valorizar estes trabalhos? e quando estão acima do desempenho habitual do aluno? será justo considerá-los? será justo desconsiderá-los?
    Querem ver que esta gente das auto-denominadas “ciências” da educação vai agora coagir os professores a chancelar contrafações. Vai obrigar os professores a misturar o ensino presencial com o ensino à distância de forma a que já não se perceba onde começa um e acaba o outro. Grande farra. Mais uma machadada na credibilidade da educação.

  3. É impossível garantir à distância quem faz ou não os trabalhos, tal como já era impossível garantir quem fazia os TPCs em tempos normais.
    O que estranho é este sentimento de revolta da parte de muitos docentes em querer voltar às aulas (começando por aquele alegado dirigente sindical).
    Tantos entraves e complicações se colocam que vejo cada vez mais a classe a que pertenço de dia para dia a ter opinião mais do que negativa do público. Em alguns casos até tenho de concordar, infelizmente.

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