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OMS Eleva Risco De Ameaça De Covid-19 Para “Muito Elevado”

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Ainda acham que estamos a fazer uma tempestade em copo de água? Se dramatizar for o melhor caminho para a prevenção, que se dramatize… O coronavírus de Itália não é o mesmo da China, as mutações podem torná-lo mais agressivo de um momento para o outro. Por isso, quem fala que o coronavírus é um vírus “fofinho” que “só” mata os mais velhos, é melhor não ter tantas certezas assim…

A verdade é que ninguém sabe onde é que isto pode chegar!


A Organização Mundial da Saúde (OMS) aumentou esta sexta-feira para “muito elevado” o nível de ameaça do novo coronavírus, que já infetou cerca de 79.000 pessoas na China e mais de 5.000 no resto do mundo.

“Aumentámos agora a nossa avaliação do risco de propagação do Covid-19 e do risco de impacto para um nível global muito elevado”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em conferência de imprensa em Genebra, na Suíça.

Fonte: RR

(carregar na imagem para aceder)

Pais não deixam filhos ir à escola devido a aluna que esteve de férias em Milão

Vários pais recusam-se a permitir que os seus filhos continuem a ir às aulas na Escola Básica de Lagos, em Vila Nova de Gaia, devido a uma aluna do estabelecimento ter estado em Itália de férias nos últimos dias, o país europeu onde se têm verificado mais casos de infetados pelo Covid-19.

“Qualquer pessoa que venha de um país onde haja esta epidemia deve ficar de quarentena. Esta criança, se veio de um país em que neste momento na Europa é o que está a ter mais mortos, deveria ficar em casa, resguardada, quer ela, quer os pais”, conta Graciete Alvarenga, encarregada de educação de um aluno da escola, ao Correio da Manhã.

Um dos pais entrou em contacto com a Saúde 24 que o aconselhou a permitir que as crianças continuem a fazer a sua vida normal e a frequentar as aulas, mas vários encarregados de educação não concordam.

“Se, numa eventualidade, esta criança vem a ter algo, ficam mais de 100 crianças expostas, fora auxiliares e professores. Estas crianças ao saírem daqui vão para casa, com as suas famílias, e temos mais um grupo de risco”, aponta. “Há que tomar uma atitude preventiva, permitir que as pessoas que vêm de fora tenham direito a baixas o tempo necessário de forma a evitar epidemias”, conclui Graciete.

Fonte: Sol

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