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Ocorreram avanços na reunião da FENPROF com o Ministério de Educação.

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Com a questão da greve aos exames até passou despercebido, mas saíram novidades da reunião do dia 6 entre a FENPROF e a Tutela, a saber:

Abertura de processos de vinculação extraordinária em 2018 e 2019;

Inclusão dos intervalos na componente letiva dos docentes do 1.º Ciclo;

Vinculação dos professores das escolas públicas de Ensino Artístico Especializado.

Realço a reposição de alguma justiça aos professores do 1º ciclo, que voltam a ter os intervalos na sua componente letiva, algo que só estava previsto para as escolas que aderissem à nova flexibilização pedagógica.

É um pequeno passo para os professores do 1º ciclo, curto, mas é um passo.

Os meus agradecimentos à Patrícia Carreira por me ter alertado para a situação.

Da reunião realizada hoje, 6 de junho de 2017, no Ministério da Educação, a FENPROF reconhece avanços importantes, tais como a garantia de abertura de processos de vinculação extraordinária em 2018 e 2019, a consideração, de novo, dos intervalos na componente letiva dos docentes do 1.º Ciclo ou o compromisso assumido em relação à vinculação dos professores das escolas públicas de Ensino Artístico Especializado. São resultados que a FENPROF releva, a par, também, das alterações recentes ao calendário escolar da Educação Pré-Escolar, e que decorrem de uma luta persistente e determinada, em alguns casos, já de vários anos.

8 COMMENTS

  1. Não resisti à partilha e a comentar a notícia, pelo regozijo que está a provocar nalguns distraídos ou que só pensam no umbiguito. Agora, bora lá bater no ceguinho! É interessante ver estas notícias porque agora o foco são a vinculação e os contratados. Por muito respeito que tenha por todos os meus colegas nessa situação injusta durante décadas, ninguém por acaso lhe ocorreu que se a aposentação vier para os que estão à beira dos 60 ficarão vagos muitos lugares? Mais uma vez os professores dos quadros são esquecidos. Obrigada sindicados e sindicalistas que há décadas não dão uma aulasinha.

  2. As questões prioritárias são ignoradasanos ,com 36 anos e 9 meses de servisso irei continuar com uma carga horária desumana de 22 H letivas – 10 turmas cerca de 300 alunos mais cargos na componente não letiva ,uma inundação de mails de trabalho ,um calendário infinito de reuniões ,num torbihão borocrático exaustivo e inútil.Nem os colegas mais jovens conseguem aguentar este ritmo alucinante.É humanamente impossível continuar a manter o mesmo rítmo do ínicio da carreira odesgaste psicológico da profissão e os probemas de saúde inerentes ao envelhecimento não o permitem.Os jovens merecem ter um ensino dinâmico o que é uma otopia com estas condições de trabalho do corpo docente.A falsa Ilusão do sucesso escolar vai continuar que futuro decadente.

    • Como disse, é tudo encenado. Colocam-se umas coisitas fáceis no caderno reivindicativo para depois dizer que foi uma vitória. E assim, a Fenprof trairá mais uma vez os professores.

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