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O que pensam os deputados sobre Política educativa?

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Há uns tempos anunciamos neste blogue que íamos fazer perguntas aos deputados para apurar o que pensam sobre política educativa.

Durante o mês de Janeiro fizemos as perguntas que constam aqui a todos os deputados da Comissão de Educação, através de envio individual para os respetivos endereços de correio eletrónico.

Enviamos ainda para os correios eletrónicos dos grupos parlamentares e sabemos (por troca de comunicações) que o Presidente da Comissão divulgou a iniciativa das perguntas pelos deputados.

Recebemos, no limite do prazo marcado, 3 respostas de 3 deputados em nome de 3 grupos parlamentares.

As respostas recebidas não são todas objetivamente individuais mas são o que recebemos e divulgamos integralmente como recebido (a única transformação foi transformar documentos recebidos em word em pdf).

Nada mais recebemos e esperamos bastante tempo para ver se havia alguma resposta retardatária.

As perguntas talvez não fossem interessantes (leiam-nas e julguem por vocês mesmos).

E não faremos qualquer comentário às respostas.

A leitura dos pdf anexos, que as contêm na íntegra, é por si própria ilustrativa e, sendo o sector educativo formado por gente com ideias próprias e autónomas, a leitura chega para perceber o ponto de vista de quem perguntou sobre as respostas recebidas e, claro, os pontos de vista de quem respondeu. E sobre o que significam as abstenções de resposta.

Responderam:

Amadeu Albergaria, do PSD, (que assume resposta como individual)

Ana Rita Bessa, pelo CDS/PP e

Porfírio Silva, pelo PS.

Leiam e comentem, se acharem relevante.

 

1 COMMENT

  1. Li apenas a resposta do PS.

    E a Oeste Nada de Novo!!!

    Ninguém, nos diferentes grupos parlamentares, percebe sobre educação e políticas educativas.

    Os grupos de trabalho dos “peritos” não acrescentam nada de novo e introduzem , ainda por cima, mais entropia.

    Em termos pedagógicos, uns puxam para o 8 e outros para o 80.

    Há, contudo algo em que o centrão que tem governado está de acordo: esconde-se o que verdadeiramente lhes interessa – tudo o que seja cortes na educação é óptimo- com propostas e mais estudos sobre pedagogias requentadas que desviam a atenção do essencial- O que deve ser a escola e o que queremos da educação.

    Depois, há ainda os que têm em mente o grande nicho de oportunidades que a escola pública poderá dar numa perspectiva de lucro e accountability.

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