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O pior está para vir? OMS avisa que a Covid-19 pode não ser “a grande pandemia que se esperava”

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Só podem estar a gozar!

Parece que o objetivo é manter a população em depressão eterna…

Vade Retro Satana!

Fica a notícia.


Um ano depois do primeiro caso oficial de Covid-19, na China, e no momento em que o mundo deposita todas as suas esperanças na vacinação já em curso, a Organização Mundial da Saúde vem publicamente assumir que este coronavírus provavelmente permanecerá com os humanos durante muitos anos – e, apesar do advento das vacinas, voltou a insistir que a humanidade precisa preparar-se para a possibilidade de ter de defrontar uma pandemia ainda pior no futuro.

“O cenário provável é que se torne um vírus endémico”, sublinhou Mike Ryan, o chefe das emergências sanitárias da OMS, durante a conferência de imprensa na sede da agência, em Genebra, na Suíça. Mas não só: embora esta pandemia tenha sido muito grave, “não é necessariamente a grande” e o mundo terá de aprender a viver com a Covid-19. “Parece que o destino do SARS-CoV-2 é tornar-se endémico, tal como os outros quatro coronavírus humanos, e que continuará a sofrer mutações à medida que se reproduzir em células humanas”.

Felizmente, sublinhou ainda, no momento em que o mundo começa o processo de vacinação, “temos ferramentas para salvar vidas, e estas em combinação com uma boa saúde pública permitir-nos-ão aprender a viver com o Covid-19″. Resta saber, frisou, “saber até que ponto alcançamos um nível de cobertura” que permita desenvolver uma imunidade de grupo, salientando sempre que “a existência de uma vacina, mesmo com elevada eficácia, não é garantia de eliminar ou erradicar uma doença infeciosa”.

O pior está para vir?

É a grande questão. Segundo assumiu ainda Ryan, a próxima pandemia pode ser ainda mais grave. “Esta pandemia afetou todos os cantos do planeta. Mas isso não quer dizer que é necessariamente a grande”, referindo-se à previsão que muitos especialistas fazem há anos. No entender daquele especialista da OMS, trata-se de “uma chamada de atenção”: “vivemos numa sociedade global cada vez mais complexa. Estas ameaças vão continuar. Se há uma coisa que precisamos de aprender com esta pandemia, com toda a tragédia e perda, é que precisamos agir em conjunto. Precisamos honrar aqueles que perdemos, melhorando o que fazemos todos os dias”.

Em causa, está a ideia de que novos agentes patogénicos podem ser libertados à medida que “o mundo sofre com as às alterações climáticas, desflorestação, agricultura intensiva, desenvolvimento e outras atividades humanas”. Daí, insistem, ser crucial “identificar e estudar os vírus na natureza e desenvolver e medicamentos e vacinas contra novas potenciais doenças”. Ou, como concretizou Bruce Aylward, conselheiro da organização: “o que este vírus nos está a dizer é que ainda não estamos preparados. Ainda estamos a enfrentamos a segunda e terceira vagas, ainda não sabemos lidar com ele e geri-lo”.

A seu lado, Soumya Swaminathan, uma das cientistas-chefes daquela organização, acrescentou ainda que a vacinação não significa que medidas de saúde pública como o distanciamento social não tenham de voltar a ser adotadas no futuro. “O primeiro papel da vacina será prevenir doenças sintomáticas, doenças graves e mortes, disse. Mas se reduzem o número de infeções ou impedem as pessoas de transmitir o vírus ainda está por confirmar”.

No final da sessão, o diretor geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, insistiu na necessidade de refletir sobre os progressos alcançados e que o ano que se avizinha promete novos contratempos e novos desafios. “Por exemplo, novas variantes do Covid-19. Mas também ajudar as pessoas que estão cansadas da pandemia a continuarem a combatê-la”.

Fonte: Visão

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