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O Ministério de Educação pede a opinião dos professores.

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E será que a vai ouvir? Essa é a questão central… O princípio é bom ninguém lhes tira isso, esperemos é que não fique só pelo princípio…

Provavelmente estamos na antecâmara de mais uma reforma, mas se for uma reforma positiva baseada nas opiniões de quem “respira” escola todos os dias, só pode dar certo. Tem de dar certo!

Eis os seus objetivos:

  • avaliar a coerência entre os documentos curriculares das respetivas disciplinas, nomeadamente ao nível das finalidades e dos objetivos definidos;
  • aferir o nível de adequação das conceções e práticas dos professores à filosofia e às finalidades subjacentes aos documentos curriculares em vigor;
  • analisar o impacto dos documentos curriculares no desenvolvimento do currículo e na prática docente;
  • avaliar a eficácia e o impacto dos documentos curriculares e da sua utilização nas escolas e no sucesso escolar dos alunos;
  • produzir recomendações com vista a ajudar à tomada de decisão no que respeita à reformulação dos documentos curriculares.

Carreguem na imagem para aceder à plataforma. (Atenção ao que está dentro da caixa vermelha)

Questionário sobre programas e curriculos_

O prazo termina dia 15 deste mês.

 

 

 

1 COMMENT

  1. Antes de mais, dizer que já postei o que a seguir segue, no blogue O Meu Quintal. Entretanto vou fazer mais uns acrescentos de acordo com informações de que, entretanto, tive conhecimento.

    Esta informação, chegada a 5 de abril de 2016, deixou-me pulgas atrás da orelha por várias razões.

    Considerando excertos retirados da iniciativa, nomeadamente:

    «… o referido inquérito assenta nos seguintes objetivos:

    •avaliar a coerência entre os documentos curriculares das respetivas disciplinas, nomeadamente ao nível das finalidades e dos objetivos definidos;
    •aferir o nível de adequação das conceções e práticas dos professores à filosofia e às finalidades subjacentes aos documentos curriculares em vigor;
    •analisar o impacto dos documentos curriculares no desenvolvimento do currículo e na prática docente;
    •avaliar a eficácia e o impacto dos documentos curriculares e da sua utilização nas escolas e no sucesso escolar dos alunos;
    •produzir recomendações com vista a ajudar à tomada de decisão no que respeita à reformulação dos documentos curriculares.»

    1ª pulga – Como conceber uma análise deste alcance, envergadura e responsabilidade a partir de respostas INDIVIDUAIS?? Se [email protected] @s docentes se prontificarem a responder INDIVIDUALMENTE, quando irá o ME acabar/agrupar a informação toda? Ou esta decisão é só para o ME poder dizer que “foram ouvidas/lidas todas as partes envolvidas, blá, blá, blá”?? 1ª informação adicional: a maior parte [email protected] docentes (algumas direções e secretarias incluídas) não têm conhecimento de nada. Só depois de questionadas sobre o dito código de acesso foram ver o que era. 2ª informação adicional: depois de [email protected] na sala de [email protected] sobre como iriam proceder, veio a pergunta do costume: “Isso é obrigatório?” Não? Então “tá-se bem!”

    «Atualmente coexistem situações muito díspares como, por exemplo, Programas de 1991 em articulação com Metas Curriculares de 2014, Programas de 2001 em articulação com Metas Curriculares de 2014, Programas e Metas Curriculares de 2015.»

    2ª pulga – E a culpa é nossa? A quem se devem estas “situações díspares”? À classe docente não é, certamente, e o ME(C) funcionou sempre assim!

    «Os professores, enquanto agentes principais no desenvolvimento do currículo, têm um papel fundamental na sua avaliação, na reflexão sobre a sua exequibilidade e adequação ao tempo disponível e às reais capacidades dos alunos.»

    3ª pulga – Partindo do princípio de que @s docentes são profissionais (informação adicional: ver 2ª informação adicional da 1ª pulga) e [email protected] pela sua tutela, como se pode compreender que, na informação enviada para as escolas (mas não mencionada na da iniciativa), se refira «O questionário deve ser preenchido online até ao dia 15 de abril de 2016 …»? Supondo que o questionário vá no sentido dos objetivos traçados pelo ME, que tempo útil tem @/s docente/s para proceder a uma análise comparativa das “situações díspares” e poder responder conscientemente? Ou é para responder tipo totoloto? Informação adicional: entre os dias 5 e 15 vão 11 dias seguidos (fim de semana incluído). Como, em princípio, este assunto está relacionado com possíveis novos programas, essa análise, com todas as suas implicações inerentes, deve ser feita de modo individual ou em sede de grupo de recrutamento???

    «Neste contexto, o Ministério da Educação promove uma conferência, no próximo dia 30 de abril, subordinada ao tema «Currículo para o Século XXI: competências, conhecimentos e valores, numa escolaridade de 12 anos»

    4ª pulga – Que lógica tem promover esta conferência APÓS a data limite para o preenchimento do questionário? Se esta conferência pretende não esquecer «o contributo daqueles que, no dia-a-dia, o aplicam e conhecem melhor a sua viabilidade», passamos a ter uma pescadinha de rabo na boca: entre 15 e 29 de abril terá o ME tido tempo para “digerir” TODA a contribuição «indispensável e importante», entretanto chegada? Ou partirá do princípio de que, por serem respostas individuais, irá receber meia dúzia? Ou, ainda, será que o questionário (ainda não o li, porque não tenho o código de acesso), depois de preenchido nos levará a exclamar: «Olha! A montanha pariu um rato!»? Informação adicional: pelos vistos, o questionário é complexo…

    E não! Não preciso de Advantix, Advantage ou Frontline! Tenho cá em casa, para evitar que elas piquem atrás da orelha (ou noutro sítio qualquer)!!

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