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O Império Contra-Ataca | Pedida fiscalização pela atribuição de horários incompletos a docentes QZP

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O Ministério da Educação não digeriu muito bem a tomada de posição de Assembleia da República, que autorizou a atribuição de horário incompletos a docentes QZP.

Antes de dizer o que penso, aconselho a leitura do comunicado do Ministério da Educação.

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Ninguém do seu perfeito juízo pode ir contra o argumento que é aceitável pagar a professores com horário incompleto, a totalidade do vencimento. É por isso legitimo o argumento. Porém, o comunicado não diz toda a verdade, verdade que é suficiente para diluir o argumento dos 44 milhões.

Estes professores não ficam sem fazer nada, nem as escolas permitiriam que assim fosse. A estes professores é atribuído um sem número de tarefas extremamente importantes para o funcionamento escolar e qualidade do ensino. Aliás, há muito que defendo que as escolas deveriam ter professores sem turmas para a execução de diferentes tarefas e que permitem a recuperação de alunos com dificuldades, sejam cognitivas ou comportamentais. Se queremos melhorar os índices escolares é preciso investir e o termo é mesmo esse, investir.

Outro aspeto que não foi abordado no comunicado e que levou à revolta de muitos professores, foio aparecimento posterior de horários completos para professores contratados em zonas pretendidas pelos professores QZP. Os horários existem, e se estão a ser atribuídos horários incompletos quando passado uns dias surgem horários completos, a culpa não é dos professores, a culpa é do concurso e de quem o organiza.

Este concurso de professores é mau, extremamente complexo, burocrático, e o Ministério da Educação continua a não respeitar o argumento inatacável que é o respeito pela lista de graduação, a abertura total de vagas e a antecipação da colocação dos professores.

Alexandre Henriques

Governo manda para o TC uma norma do concurso de professores

Esquerda não foi avisada e acusa o Governo de mau perder (PCP) e de teimosia (BE)

Fenprof estranha pedido de fiscalização do Governo

(Público)

 

 

3 COMMENTS

  1. “Principio constitucional do direito a salário igual para trabalho igual”; este políticos são mesmo engraçados, ainda bem que não os levamos a sério…Nem português vernáculo merecem!

  2. Mas eles podem mudar as regras depois de concorrermos??? isso é possível?… As escolas que ponho… as minhas escolhas… dependem disto! – Que Loucura! – RUA com Este ME!!!

  3. Se o TC lhes der razão – mesmo que seja para outro concurso, acabou qualquer crença em Justiça – está tudo vendido. Isto é duma aldrabice… (aqui, agora, não vale a pena tornar a explicar porquê)

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