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Novo Episódio Da Novela – “Diretor De Turma Obrigado A Receber Manuais Escolares Dos Enc. Ed.”

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A professora Maria João Fernandes continua a esgrimir argumentos com instâncias superiores em virtude de ter sido obrigada por parte do seu diretor em receber manuais escolares dos encarregados de educação, no âmbito da sua função de diretora de turma.

Esta novela já vai longa, mas louve-se a persistência de quem pretende ir ao fundo da questão, em defesa da honorabilidade da função docente, combatendo o abuso de poder ou falta de discernimento de quem se esqueceu qual a verdadeira função dos professores.


Carta enviada à Secretária de Estado, Dr.ª Alexandra Leitão, a propósito do enquadramento legal para obrigar os DT a recolher manuais.

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Resposta da EMAG (Equipa Multidisciplinar de Apoio à Gestão) em nome do Dr. Bruno Santos, após várias viagens entre diferentes entidades sobre a exposição à Dr.ª Alexandra Leitão.

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Consequente resposta por parte da professora Maria João Fernandes.

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Nova resposta do Dr. Bruno Santos e respetiva reação da professora.

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5 COMMENTS

  1. Boa noite, Alexandre e restantes leitores.
    Só uma pequena mas importante correção:
    – De facto, após e no seguimento da reunião entre directores escolares e sr.ª secretária de estado, Alexandra Leitão, a instrução dada aos D.T. foi essa. A minha 1ª reclamação formal foi , assim que soube da “novidade”, junto do meu director pedindo a fundamentação legal tendo posteriormente, e por não me satisfazer o esclarecimento, seguido superiormente. Na verdade, o director da minha escola para além de pessoa de bem e de sensatez (infelizmente, e pelo que vou constatando, dos poucos que vão restando e apesar das discordâncias que possam haver) não obrigou os D.T. a tal tarefa e resolveu a situação de outra forma sem sobrecarregar os já muito sobrecarregados D..T.
    Obrigada por partilhar estas pequenas batalhas muito desgastantes mas já todos deveríamos estar fartos deste contínuo “atirar do barro à parede” para ver se pega (e, dada a indiferença ou cansaço de muitos de nós tem “pegado”); do persistente e continuado destrato e ilegalidades a que temos sido constantemente sujeitos desde Mª de Lurdes e cada vez com maior intensidade e que, não tenho dúvidas, vai aumentar.
    (Já terão reparado que com os magistrados os problemas foram resolvidos … e com os médicos… com estes não brincarão tanto porque a sociedade lhes reconhece, por evidência do papel que desempenham, uma importância que é imediata!)

    Basta olhar para o que se passa com os camionistas e lembrar que começou com os professores, aprimoraram com os enfermeiros, e ultrapassaram tudo com os camionistas.
    Quem tem filhos e netos e todos aqueles que têm consciência cívica … e quem sabe da exploração que pretendem (público e privado) com os mais velhos e da que já aplicam, sem qualquer pudor, aos mais novos deveria estar seriamente preocupado e revoltado com o mundo e o país que lhes estamos a deixar.
    Os professores,.. , e todos os cidadãos precisam, quanto a mim. sair – com urgência- desta letargia e/ou indiferença!

  2. A minha solidariedade para com a colega que não mostra medo, algo só conseguido, infelizmente, por muito poucos.
    De facto, a colega tem razão, da lei e do método:
    1. Da lei porque a tarefa atribuída não consta do conteúdo funcional docente;
    2. Do método porque a tarefa é administrativa.
    O problema é que nós, professores, aos poucos fomos deixando que isso acontecesse. Agora já passou a crença, errada é certo como todas as crenças.
    Ao ler a correspondência fiquei a saber que, para o ME, a tarefa é pedagógica, argumentando que a manipulação de um instrumento didático-pedagógico, porquanto tarefa administrativa, passa automaticamente a pedagógica. É o descalabro completo. Ministérios e diretores leigos nas questões da lei e do método. Quem nos (des)governa hoje não percebe patavina do que diz e do que faz.
    Uma pequena nota: se, por hipótese, entendamos que a tarefa é do foro pedagógico também não seria da competência do diretor, mas sim do Conselho Pedagógico. No mínimo teria de ir a reunião e ser aprovada a medida. Sim, bem sei que nos dias de hoje e com este modelo de gestão a medida lá passaria e por larga margem na votação. Vai lá dizer que não ao diretor. Mas, no mínimo teria de ter esse incómodo.

  3. O mais curioso está COMO É , inadequadamente, INVOCADO UM DIPLOMA LEGAL na parte que diz:
    “…é da competência do Diretor do AE a distribuição do SERVIÇO DOCENTE,” como se receber livros fosse “SERVIÇO DOCENTE”. A lei diz “…é da competência do Diretor do AE a distribuição do SERVIÇO DOCENTE,” e não “…é da competência do Diretor do AE a distribuição do SERVIÇO AO DOCENTE”. Assim,é óbvio que “receber livros” não é do conteúdo funcional dos docentes… Aliás, para quê estudar tantos anos se fosse para verificar o estado de livros!!!

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