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Novas negociações.

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As negociações sobre o novo diploma de concursos com o Ministério da Educação e os vários sindicatos prosseguem. O ME está bastante inflexível, quanto a alguns aspectos da sua proposta inicial. Destaco quatro normativos  que considero ( e penso que a maioria dos professores contratados) dos mais gravosos:

  • A norma-travão.

A continuar esta norma devia-se no mínimo eliminar a 1ª prioridade.

  • A vinculação extraordinária.

A exigência excessiva dos 20 anos de serviço e a exigência absurda e ilegal de só contabilizar o tempo após a profissionalização.

  • As renovações.

As distorções  na graduação  profissional e injustiças, que as renovações muitas vezes provocam, são das mais contestadas pelos contratados.

  • 730 dias de serviço em 5 anos para acesso à 2ª prioridade.

Neste caso poder-se-ia alargar dos 5 anos para um período temporal mais extenso, para a obtenção  dos 730 dias necessários.

Como já disse anteriormente, penso que os professores contratados até poderão  compreender que não  se vinculem  muitos e já, mas não  compreenderão o porquê de um diploma de concursos com normas tão gravosas.

Estes normativos , da forma como estão redigidos e equacionados distorcem profundamente a graduação  profissional, agravam mesmo a precariedade e criam mais instabilidade na maioria dos professores contratados.

Parece-me que se estes aspectos não forem positivamente alterados, poucos professores contratados vão ficar satisfeitos com este novo diploma de concursos.

Álvaro Vasconcelos,  professor contratado

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