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Notícias de Além Mar | A Controversia (do BNCC) Continua e Vai Se Aprofundando!

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base nacional

A despeito de toda critica recebida pela comunidade educacional brasileira, o MEC segue incólume rumo a manutenção da BNCC (base nacional curricular comum) da forma em que 116 ilustres desconhecidos consultados se encontra. Claramente há um viés de ideologia de esquerda que está incomodando a comunidade e bolsosociedade brasileira, apesar da ideologia de esquerda ser ensinada nas faculdades de formação de professores brasileiros desde a década de 1950 (talvez até antes), o que criou um grande número de professores simpatizantes da ideologia, mas que sabem que da forma como está sendo costurada na BNCC, soa como imposição a pessoas que não terão condições de escolha.
Muitos associam o pouco tempo para discussão e desenvolvimento do documento ao plano do governo atualmente no poder de impor sua ideologia.

É de conhecimento global a onda de denúncias de corrupção que sofre o governo brasileiro. A Policia Federal e o Ministério Público brasileiro desencadearam uma série de investigações que estão condenando muitos políticos, banqueiros, empreiteiros que lotearam a maior empresa nacional – a Petrobras – que era usada por eles para fins de financiamento eleitoral e enriquecimento ilícito de parte a parte, o que levou a empresa a anunciar prejuízos de US$ 6 bilhões no ano passado, por conta da corrupção. Mas o Polícia Federal diz que a conta já ultrapassa os US$ 50 bilhões.

corrupçãoEntão, os brasileiros estão estarrecidos e ressabiados com essas atitudes e buscando avaliar criticamente as coisas que vem de Brasília e o BNCC não fica de fora. Há algumas organizações sociais que estão vigiando de muito perto as ações do BNCC, como o “Escola sem Partido”, “Porvir” e outras.

Da miríade de críticas recebidas, destacamos:
1. Excessivamente extenso em alguns tópicos;
2. Pouca discussão com especialistas;
3. Texto inicial sem autoria explícita;
4. Algumas escolhas inspiradas por ideologias de esquerda;
5. Tempo de desenvolvimento do documento exíguo;
6. Falta de foco nas disciplinas básicas (Lingua Portuguesa e Matemática);
7. Autonomia regional de 40%, considerado excessivamente elevada;
8. Ausência de bibliografia e autores recomendados;
9. Baixa coerência curricular – relação entre tópicos ensinados e entre os anos;
10. Fraca continuidade entre temas de uma mesma disciplina.

Como destacou em recente entrevista ao jornal Folha de São Paulo, Ricardo Henriques – diretor do Instituto Unibanco, “colocar a BNCC em discussão é uma bela iniciativa do MEC, mas o documento deveria ter um núcleo comum mais conciso e claro.  A palavra diversificada atrapalhou o debate, disse ele. Ele acha ainda que deveríamos deixar um espaço nas disciplinas para escolha de temas a partir das realidades dos alunos, que seria definida por esses mesmos alunos, em torno de 40% do tempo escolar”.

Manuel Palácios, secretário da educação básica do MEC, foi o primeiro a falar em revisar o documento de 302 páginas do BNCC, em recente entrevista ao mesmo jornal acima, mas não temos noticia ainda da concretização desta ação. O prazo continua a correr.

O documento, da maneira que está posto, define 60% do currículo, sendo os restantes 40% de responsabilidade dos estados e municípios.

doutrinação

Fonte: “www1.folha.uol.com.br/educacao/2015/12/1715594-educadores-veem-excessos-em-nova-base-curricular-brasileira.shtml”

Joseval Estigaribia

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