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Notícias ao Minuto | Um aluno de 11 anos da escola básica de Aldeia de Juso, em Cascais, está a aterrorizar os colegas

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Não consigo compreender como pode um aluno, independentemente da sua idade, criar o caos numa escola sem que se coloque um ponto final na situação. Por muita compreensão que um aluno com problemas psicológicos possa ter, a segurança dos restantes não pode ser ignorada ao abrigo de compaixões seletivas.

Artigo 32.º do Estatuto do Aluno

Suspensão preventiva do aluno

1 — No momento da instauração do procedimento disciplinar, mediante decisão da entidade que o instaurou, ou no decurso da sua instauração por proposta do instrutor, o diretor pode decidir a suspensão preventiva do aluno, mediante despacho fundamentado sempre que:

a) A sua presença na escola se revelar gravemente perturbadora do normal funcionamento das atividades escolares;
b) Tal seja necessário e adequado à garantia da paz pública e da tranquilidade na escola;
c) A sua presença na escola prejudique a instrução do procedimento disciplinar.

Menino de 11 anos está a aterrorizar colegas em Cascais

Ao que tudo indica, o menino tem sérios problemas psicológicos e, apesar de, tomar medicação todos os dias, não consegue controlar o seu comportamento agressivo e agride colegas e professora.

Cabeçadas, dentadas, cadeiras arremessadas, estaladas e outras situações mais graves são as agressões recorrentes, explica a estação de Queluz de Baixo.

“Eles estavam a brincar e o menino em causa quis morder o meu e o meu defendeu-se, fugiu, mas como não conseguiu concretizar a mordidela assim que apanhou o meu filho desprevenido automaticamente jogou com a cabeça dele contra a parede, fez um hematoma enorme que resultou num traumatismo craniano. Tivemos que ir com ele ao hospital e foi feita uma participação à PSP”, revela uma das mães.

A PSP já foi chamada por diversas vezes à escola. Também a Procuradoria-Geral da República e a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) já foram informadas mas nada foi feito até à data.

A mãe do menino em causa não quer a ajuda dos outros progenitores. Entretanto, enquanto nada é feito, o rendimento dos alunos tem baixado e há um receio permanente de irem para a escola.

“A nossa principal preocupação é que possa acontecer uma fatalidade ou um dano irreversível”, explica.

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