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“Normas das escolas têm de ser revistas”, avisa DGS

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Um verdadeiro momento de humor negro por parte da DGS. Depois de inúmeros avisos por parte dos professores, sindicatos, pais e funcionários, até uma greve foi marcada no início do ano, vem agora a DGS, a tal que escreveu no documento orientador a expressão “se possível”, afirmar que as normas têm que ser revistas, devido a um simples caso, o caso da suspensão pela partilha de uma sandes…

Clap, clap, clap! Brilhante dedução Dra. Graça Freitas… É só mais uma para juntar ao seu longo portfólio.

Repito o que tenho andado a afirmar desde o verão, o regresso ao ensino 100% presencial foi/é um erro, urge a implementação de um sistema misto, pelo menos para o 3º ciclo e secundário.

Fica a notícia.


Um mês depois, a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, admitiu esta quarta-feira que as normas adotadas para os estabelecimentos de ensino precisam de ser revistas, adiantando que aconteceu uma reunião entre a DGS e parceiros escolares para analisar a situação.

A diretora-geral da Saúde admite que as normas necessitam de uma clarificação, depois de várias indefinições comunicadas às autoridades e referiu que um único caso numa escola pode levar à atualização das regras.

“É muito importante que se façam medidas preventivas. O vírus está a fazer o seu percurso. Temos de fazer um esfoço para termos cautelas”, afirmou Graça Freitas, que lembrou que também parte da organização das escolas e do contacto entre alunos nos recreios e corredores.

As declarações surgiram após ter sido questionada sobre a situação de uma escola em Sintra em que um aluno do Agrupamento de Escolas Escultor Francisco dos Santos, em Rio de Mouro, Sintra, foi suspenso por um dia por ter partilhado uma sandes com os colegas.

Fonte: Sábado

2 COMMENTS

  1. Deixem-me que pergunte, este blog é de professores? E para peofessores?
    É que começo a ter algumas dúvidas, está cada vez mais parecido com o Facebook a disparar para todo o lado, sobretudo para os responsáveis do governo e da saude, tarefa fácil nos tempos que correm.
    A reação precipitada e pouco ética relativamente ao caso da ‘sandes partilhada’ é paradigmática de quem afinal conhece muito pouco do que se passa nas escolas e do esforço aí investido para que as coisas tenham um mínimo de normalidade. Os diretores são, por regra, também professores. Convém não esquecer antes de os constituir mais um saco de boxe…
    Vamos com calma.

    • Esse é um erro comum, considerar o comregras algo mais do que aquilo que ele é. Não é para professores, não é dos professores, é um espaço de debate, partilha, informação e liberdade sobre educação. Quer no caso das sandes, quer no caso da DGS, é a minha opinião e vale apenas isso e nada mais do que isso. Há quem se identifique com ela, há quem discorde. Tudo com muita calma

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