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Não Tornemos O 3º Período Num Problema, Já Basta O “Bicho”!

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A prioridade é salvar vidas e reduzir a hipótese de contágio ao mínimo, o resto é acessório, irrelevante neste momento.

O mundo não vai acabar se os alunos passarem 1,2,3, 6 meses sem aulas presenciais, com remendos como a ensino à distância. Os prazos, os objetivos, os obstáculos estão apenas nas nossas cabeças, basta alterá-los!

A escola não deve desaparecer da vida dos alunos e não irá desaparecer, será um processo, uma adaptação, mas com o intuito primordial de manter o ensino presente, como um carro em ponto morto. A lecionação de novos conteúdos é possível, mas existem enormes obstáculos como sabemos. Não se muda um ensino secular num mês, nem é isso que deve ser exigido!

As classificações do 3º período não serão um problema, tenho total confiança no discernimento dos professores e todos eles saberão o que fazer nesse momento com o intuito de não prejudicar/beneficiar os alunos.

É preciso ter calma e foquemo-nos no que é importante!


Para existirem notas no final do 3.º período, ministério tem de dar “orientações claras”

Tendo entrado em território desconhecido existem coisas que as escolas, por muito voluntarismo que tenham, não sabem como farão. E uma delas é esta: como avaliar os alunos no final do 3.º período se os estabelecimentos de ensino continuarem encerrados nessa altura devido à actual pandemia, como o primeiro-ministro admitiu ser muito provável nesta terça-feira. A questão é colocada pelo presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima. “Não encontrei nenhuma novidade no que o primeiro-ministro disse hoje (terça-feira) no Parlamento. Mas vamos querer novidades a 9 de Abril [o dia que o Governo tem avançado para reavaliar o encerramento das escolas). Precisamos de saber como vai decorrer o 3.º período. Que será em casa já se percebeu, mas como será feita a avaliação?”

Como todas as indicações que existem apontam para que a pandemia da covid-19 esteja longe do fim, também entre os responsáveis das instituições do ensino superior ninguém se mostrou surpreendido com as declarações de António Costa.

(…)

5 COMMENTS

  1. Hoje há reunião (online) com o secretário de estado e os diretores da região centro. Já houve com a região norte ou sul? Gostava de saber as novidades…

  2. Creio que a resposta a essa pergunta poderá ser fácil de responder. Está é uma excelente oportunidade para todos serem avaliados da mesma forma, defendo está ideia há muito tempo e creio que poderá ser finalmente implementada. O ministério da educação poderá fazer um um teste de avaliação para as diferentes disciplinas que aplicará a todos os alunos ao mesmo tempo e on-line. Como se de um exame se tratasse. Igual para todos! Os alunos que não têm computador poderão sempre receber em casa o mesmo ou poderão talvez ir até à escola fazer numa sala desde que salvaguardada a distância de segurança.

    • O problema dessa solução é que nada garante que seja o aluno a responder, só se estiver com a câmara ligada e mesmo assim o ME tinha de conseguir ver a tela. Necessitaria de quase 1 vigilante por aluno.

  3. Talvez fosse uma boa altura para regressar ao passado , chumbar quando não se sabe. Falo mais propriamente do 1°ciclo. Como mãe de gêmeos no 1°ano já estava desesperada com a aprendizagem deles uma vez que entraram com 5 a fazer 6anos no final Setembro, borderline, arrependi-me. Agora com isto de não terem aulas, ajudo como sei e posso, e não é pouco, mas não sou da área. A solução para estes casos seria mm ficarem retidos. Será que vão ser maia uma vez os números que vão imperar ? Ou haverá o bom senso de reter os alunos menos preparados? Seria melhor para todos (alunos, pais e professores)

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