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Contratos de Associação, Episódio 324, Capítulo – Ultrapassagens Indevidas

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Depois de tanto alarido por apenas 3% das escolas de ensino privado, que nem a isso vai chegar. A tutela tenta apaziguar os ânimos do lóbi associativo e cooperativo. Para o efeito, mostra-se disponível para aceitar os colegas que sejam despedidos ou que não lhes seja renovado contrato.

Eu não devo nada ao Sr. Ministro, nem sou ninguém para o aconselhar e muito menos irá ler este artigo, mas se por alguma hipótese, ao estilo euromilhões, o lesse, ao menos que se lembre desta sinalética…

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Se há matéria em que os professores são extremamente sensíveis é nas ultrapassagens indevidas – lembra-se da BCE que enterrou? -. E se os últimos tempos podem-lhe ter dado alguma credibilidade, pouco usual até entre ministro e professores (neste caso do público), rapidamente irá deitar tudo a perder se permitir ultrapassagens indevidas.

Importa lembrar que a fila é longa e há muita gente que espera e desespera por horários que nunca mais chegam. E não querendo fazer de si uma pessoa pouco inteligente, pois já provou que não é, não consigo evitar a mostragem de outro boneco que o pode ajudar na ordenação dos respetivos professores numa futura lista de graduação.

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Fica a notícia.

Ministério admite contratar professores despedidos de colégios

O aumento do desemprego de professores e funcionários dos colégios privados com o fim dos contratos de associação em zonas onde haja oferta pública foi uma das críticas apontadas quer pelas escolas, quer pela oposição. Em resposta ao PÚBLICO, o Ministério da Educação garante que algum daquele pessoal, docente e não docente, poderá acabar por ser absorvido pelas escolas públicas para onde sejam encaminhados os alunos.

Diz o gabinete de Tiago Brandão Rodrigues que serão garantidas todas as “condições necessárias nas escolas públicas para receber os alunos” e que “serão tomadas as medidas necessárias para responder aos casos em que as escolas não tenham já capacidade de recursos humanos instalada, de acordo com as regras em vigor”. No mesmo sentido, é escrito num documento interno do Governo, a que o PÚBLICO teve acesso, que é garantido que a escola pública responderá com “disponibilização de recursos próprios, designadamente docentes e não docentes”.

4 COMMENTS

  1. Anda tanta gente enganada! Mário Nogueira manda na educação em portugal… MN esse hino à competência que não dá aulas há mais de 30 anos!

  2. Se as ultrapassagens são indevidas ou não cabe a cada um opinar (há quem diga que sim, pois são professores que apenas deram aulas no privado, quem diga que não pois são professores como os outros, ao serviço do ensino público contratualizado, e a sua experiência tem de ser valorizada).
    Seja como for, está explícito na legislação dos concursos que podem concorrer em 2a prioridade (dá para ver muitos deles nos topos das listas de ordenação dessa prioridade), e isso nada tem a ver com o fim ou não dos CA. O ministro dizer isso é do mais elementar possível, podem concorrer num concurso público, que tem regras fixadas, e têm hipóteses de serem colocados, nem mãos nem menos que os outros.

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