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Não à municipalização escolar! Por quê? Por casos como este… (Agrupamento de Escolas de Águeda vs Câmara Municipal)

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Publico, conforme recebi… Cada um que tire as suas conclusões…

*Negritos de minha autoria
O objetivo deste meu contacto é dar a conhecer o impacto  que a Municipalização/ Aproximação das escolas ao Município tem nos professores, nos alunos e nos encarregados de Educação.
O Agrupamento do qual faço parte ( Agrupamento de Escolas de Águeda- Escola Básica Fernando Caldeira), crente de que este seria o caminho e crente nas palavras do sr Presidente da CM de Águeda ( que se comprometeu em nunca deixar que os professores do 3º Ciclo ficassem sem turmas/ sem uma escola), assinou o contrato de municipalização. Porém, as promessas não passaram disso mesmo-promessas. 
No final de julho de 2015 (férias dos docentes), os professores do 3ºC e da Educação Especial foram chamados à escola para que o sr. Presidente da Câmara nos desse a conhecer que iríamos ficar sem o 3º C e portanto, para nosso bem teríamos de assinar um qualquer compromisso de honra em que aceitávamos ir para uma das escolas secundárias da cidade por um ano, findo o qual iríamos para horário zero.
Contactamos o sindicato que nos aconselhou a não o fazermos pois estaríamos a assinar a nossa sentença.
Desde então, temos vivido na corda bamba e em constante luta para mantermos os nossos lugares. Fomos recebidos na DGeSt  e pelo secretário de estado Adjunto da secretária de Estado da Educação.
Levámos fotografias da nossa escola, cartas escritas por alguns encarregados de educação, o filme-video da Assembleia de CMAgueda, em que o sr presidente destrata os professores e em que alguns presidentes da junta de freguesia de Águeda se mostram indignados pela atitude do sr Presidente da CMA em querer tirar o 3ºC da EB Fernando Caldeira..
No final do ano letivo 2015-16, tínhamos conseguido fazer 2 turmas de 7ºano, 2 de 8ºano e 2 de 9ºano, contudo a mando da CMA ficámos sem as turmas do 7ºano, adivinhando-se assim o fim do 3º C.
Neste momento, espera-nos o final do ano para percebermos qual o nosso futuro e dos nossos alunos.
Em anexo podem ler o documento que enviamos para todos os organismos da tutela e partidos políticos. 
Ninguém quer saber do que irá acontecer aos alunos CEI e aos de etnia cigana, pois nenhuma das escolas secundárias os receberá, como nos diz a história e a história do presente.
Na nossa escola não trabalhamos para os rankings, trabalhamos para os alunos que temos, para os ajudar a integrar um curso profissional e ajudá-los a ter uma vida activa na sociedade.
Em anexo, envio o documento que enviámos para os organismos supra citados.
Precisamos MUITO da ajuda de alguém que dê visibilidade a este problema, que tende a alastrar-se pelas nossas escolas camuflado por uma melhoria na educação, mas que mais não é do que uma cilada.
Poderão ajudar-nos?
Grata pela vossa atenção,
Professora, Teresa Honório
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Ficam os vídeos referidos.
Gil Nabais
Sem Título

1 COMMENT

  1. A municipalização, a avançar, será a machadada definitiva na Escola Pública portuguesa. É que ele há senhores presidentes da câmara, não todos, que precisariam de dez anos de cursos, diversos, de civismo e democracia. Ah… e também, a como não usar a câmara, e futuramente as escolas, em seu proveito e do partido… Caciquismo por aí abunda!

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