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Para muitos jovens, insultar, proibir, ameaçar e perseguir, não é percepcionado como violência numa relação

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A União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), apresentou dados preocupantes sobre a violência no namoro. O número de casos aumentou e a percentagem de jovens que considera aceitável, insultar, proibir, ameaçar e perseguir é “assustadora” diz a secretária de Estado. Estamos perante uma falência das famílias que não conseguem ensinar aos seus filhos a simples diferença entre o que é certo e o que é errado. Recentemente tive conhecimento de um caso de exposição sexual e o mais grave nem o foi o ato em si, mas o desconhecimento que o que tinha feito era incorreto.

Lembro os dados que apresentei sobre indisciplina escolar que mostraram um agravamento em toda a linha, lembro os dados da Escola Segura que também apontam para um agravamento da criminalidade juvenil e lembro que o problema de indisciplina/violência ainda não foi reconhecido publicamente como algo grave e prioritário.

Ao ponto que chegámos, não basta trabalharmos com os alunos, tentando fazer aquilo que a família não foi capaz, é urgente trabalhar com as famílias e responsabilizá-las pela sua incompetência e negligência.

O quadro que se segue é da autoria do jornal Público.

Insultar a namorada é violência? Não, respondem 30% dos rapazes

(Público)

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