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Missa No Fim Das Aulas! -Há Aqui Algo Que Me Estará A Escapar?

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Caminhamos a passos largos para um beco sem saída! Nos dias de hoje nada que se faça é bem vindo, será por quem promove determinada ação, mas rapidamente vem uma outra fação ideológica “mandar abaixo”.

Já há escolas que não festejam o Dia do Pai ou o Dia da Mãe por causa do novo conceito de Família, que os progressistas querem impor, mas esquecem-se de todos os outros que têm as ditas “normais”!

O que quero dizer com isto é que falta aqui tolerância, não estamos a ensinar a ser tolerantes, estamos a dar exemplos de tremenda intolerância, de imposição da vontade ideológica de quem nos governa!

Choca-se o país por uma escola organizar uma missa Pascal, para quem for católico e queira ir, sem obrigação!

Esse mesmo país que aplaude a escola que organiza e promove sessões de LGBTI, ainda para mais pagas e em “formato” de visita de estudo!

Há aqui algo que me estará a escapar?

Alberto Veronesi

Leia a notícia


Os pais consideram que o facto de haver escolas públicas com iniciativas religiosas não é um problema. Em declarações ao PÚBLICO, Jorge Ascenção da Confederação Nacional de Associações de Pais (Confap), defendeu que “existe autonomia das escolas e só vai quem quer”.

Segundo a edição desta quarta-feira do Jornal de Noticias, várias escolas decidiram celebrar o fim das aulas do segundo período, antes das férias da Páscoa, com uma missa.

A iniciativa terá causado alguma controvérsia e merecido críticas por parte, por exemplo, da Associação República e Laicidade que classificou a situação como “lamentável” e considerou que se tratava de “uma tentativa de instrumentalização da escola pública”, uma vez que a Constituição impõe neutralidade ao ensino público.

Ricardo Alves, da Associação República e Laicidade, confirmou que, de facto, quase todos os anos têm ocorrido iniciativas destas. “É algo generalizado e que surge nesta altura do ano porque coincide com as celebrações da Páscoa.” Sobre o facto de o artigo do Jornal de Noticias se referir a escolas localizadas mais no Norte do país, Ricardo Alves diz que, efectivamente, estas iniciativas têm ocorrido mais na região do Minho, do Douro e Trás-os-Montes e que na Zona Sul do país não existe tanto.

Ministério da Educação também não encara a situação como problemática e, em resposta ao PÚBLICO, refere o seguinte: “Por imperativo constitucional, as escolas públicas não podem impor qualquer orientação confessional aos alunos que as frequentam, devendo respeitar o pluralismo dos territórios em que se inserem e os direitos dos pais na educação dos filhos, os quais abrangem o direito de os orientar segundo as suas convicções morais e religiosas.”

Por isso, “a participação de alunos em cerimónias religiosas é gerida no quadro da autonomia de cada escola e na relação que esta estabelece com a comunidade em que está inserida”.

O Ministério da Educação acrescenta que “obviamente, nenhuma criança ou jovem pode ser obrigada a participar nessas cerimónias, sendo obrigatório o consentimento expresso dos pais ou encarregados de educação”.

Fonte: Publico

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5 COMENTÁRIOS

  1. Já cá faltava a voz da padralhada. Deixai vir a mim as criancinhas, já dizia o outro. Não faz sentido a missa católica nem qualquer disciplina, mesmo opcional de qualquer confissão. Mas o negócio é grande e como é que a Igreja católica se tem aguentado , mesmo com as igrejas vazias, não é mistério nenhum. Ninguém ainda teve coragem de aplicar a constituição. E trazer à colação uma atividade de combate ao bullying homofóbico ultrapassa todas as marcas. Hipócritas de sotaina e seus lacaios é que nem vê-los….

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