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Ministro Diz Que Não Houve Contágio Nas Escolas Desde O Regresso Das Aulas Presenciais…

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Última hora! O Ministro da Educação Tiago Rodrigues possui um aparelho único no mundo que deteta o momento e o local da transmissão do vírus. Deve ser o mesmo que detetou que o vírus em Lisboa não se transmite nos transportes públicos apinhados de gente…

Já nem vamos precisar de ajuda externa, basta vendermos a patente e Portugal ficará milionário.

Enfim… Fica a notícia.


O ministro da Educação voltou a afirmar, esta quarta-feira, em entrevista à TSF, que de maio a junho não houve “nenhum tipo de contágio na escola” por covid-19.

Ontem, Tiago Brandão Rodrigues durante uma audição na comissão parlamentar de Educação, Ciência, Juventude e Desporto já havia garantido que no atual ano “não houve nenhum contágio [com o coronavírus da covid-19] em ambiente escolar, o que permite dizer que as escolas são lugares seguros”.

Na entrevista de hoje, o ministro sublinhou que na preparação do próximo ano letivo, Portugal está a ser mais exigente do que outros países, definindo como obrigatório uso de máscaras nos estabelecimentos de ensino e o distanciamento social, dando o exemplo de Espanha, onde não é obrigatório usar máscara se estiver garantido um distanciamento de um metro e meio entre alunos.

No regresso às aulas em Portugal está previsto que o uso de máscara acontecerá em todas as situações.

Tiago Brandão Rodrigues voltou ainda a sublinhar a importância de regressar no próximo ano letivo à generalização do ensino presencial, ressalvando que “vamos ter de aprender a conviver com o vírus”.

Apesar das garantias deixadas pelo ministro quanto à ausência de contágios neste período, há quem demonstre o contrário.

No início do mês, a secretária de Estado Susana Amador afirmou que desde o regresso das aulas presenciais, em meados de maio, “menos de uma dezena” de professores tinham tido testes positivos à covid-19.

Contudo, segundo o ministro, num universo de 200 mil pessoas, onde se incluem estudantes e funcionários, além de docentes foram “poucas dezenas” os diagnósticos confirmados sendo que as infeções aconteceram “sempre fora do ambiente escolar”.

No final do mês de junho, a Fenprof, em conferência, detalhava ter aferido que das escolas que tinham sido entretanto abertas, houve a necessidade de fechar 10, localizadas em diversos pontos do país, como Sintra, Tomar, Lisboa e Reguengos, entre outras, devido à identificação de casos positivos. Contudo, como não foi feito o rastreio, que a Fenprof tem vindo a defender, este número pode estar aquém da realidade.

Fonte: Executivdigest

2 COMMENTS

  1. Nao houve nenhum caso de covid nas escolas ?? Então e a escola Miguel Torga em Monte de Abraão e a Stuart de carvalhais, deve estar com amnésia o Sr. Ministro.
    Enfim estamos nas mãos de pessoas pouco….deixo em branco para puderem colocar o adjetivo que cada um melhor entender….

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