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Ministério Da Educação Com Plano “A, B, C e D” Para O Próximo Ano Letivo

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O próximo ano letivo vai ser seguramente diferente. Para já, existem muitas incógnitas, que poderão ter já algumas respostas esta semana, quando, na quinta-feira, o Governo anunciar o calendário e as normas de “desconfinamento” progressivo, mas muitas outras questões vão ficar sem resposta.

As respostas e decisões vão sendo avaliadas de 15 em 15 dias, tal como indicou o primeiro-ministro no debate quinzenal no parlamento na semana passada e, tudo indica, no que diz respeito à área da Educação, só haverá alterações na segunda quinzena de maio, com a possibilidade de aulas presenciais para os alunos do 11º e 12º ano, mas só para as disciplinas que contam para a média de entrada no ensino superior.

De resto, todos os outros alunos do básico e secundário vão continuar com aulas à distância, entre videoconferências com os professores e conteúdos do programa “EstudoEmCasa na RTP Memória.

Perante a quantidade de questões sem resposta, e com um 3º período que irá obrigar a medidas de recuperação de matéria dos programas escolares, o ministro da Educação garante que o próximo ano está já a ser trabalhado e com vários cenários em cima da mesa, conforme a situação que se viver em setembro no que diz respeito à pandemia de Covid-19.

“Temos o plano desejado [aulas presenciais] mas depois temos que ter um plano B, C, D.. com um conjunto de contingências inesperadas”, revela Tiago Brandão Rodrigues, na entrevista que pode ouvir mais abaixo.

Certo é, palavra de ministro, que o plano tecnológico vai estar pronto no arranque do próximo ano letivo. “As escolas serão apetrechadas com material informático e conetividade que poderão dar resposta aos alunos e professores. O objetivo é que tudo seja desenvolvido nos próximos tempos para que no início do ano letivo o plano tecnológico, que já estava de certa forma em curso, possa estar em velocidade cruzeiro e possa dar resposta às nossas comunidades educativas”, explica Tiago Brandão Rodrigues que sublinha, no entanto, que podem surgir constrangimentos na preparação do plano, “quer pela produção das máquinas [computadores ou tablets] ou pelo aumento da conectividade (ligação à internet e respetiva velocidade)”.

#EstudoEmCasa preparado só para este 3º período

Entrámos na segunda semana do programa #EstudoEmCasa, a nova telescola, a “telescola 20.0”, com aulas e conteúdos educativos através da RTP Memória.

Uma das criticas que surgiu durante a primeira semana está relacionada com o facto de muita matéria já ter sido lecionada e ter levado a alguma falta de entusiasmo por parte de alunos. O ministro da Educação defende o programa dizendo que é “impossível acertar na matéria que cada escola estava” no momento em que as aulas presenciais foram interrompidas. Tiago Brandão Rodrigues lembra que os conteúdos servem de apoio quer aos professores quer aos alunos.

Na conversa, o ministro da Educação fala também sobre as medidas de combate ao abandono escolar e elogia a forma como os professores lidaram com a mudança repentina na forma de ensino.

Fonte: Rádio Comercial

1 COMMENT

  1. É óbvio que não há plano nenhum; é óbvio que não há PT nenhum. Uma coisa é apetrechar o centro de Lisboa, Porto, Coimbra e Faro, outro é o país que fica a leste de Viseu (e já vamos com sorte que chegar à cidade de Viriato). É óbvio que o Brandão é um inútil, nada sabe, nada decide, é um verbo de encher.

    Como o próprio Costa disse, isto vai sendo engendrado no curto prazo. O Tiago nem para esfregão serve!

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