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Marcelo Responde A Críticas Dos Professores E Fala De “História Mal-Amanhada”

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A história não é “mal amanhada” é a realidade como se pode verificar no vídeo.

Mas em vez de pedir desculpa pela “gracinha” prefere continuar a dizer que quem se ofende é que está mal.

Fica a notícia…


Marcelo Rebelo de Sousa considerou neste domingo incompreensíveis as críticas da federação dos professores, que o acusou de não ser Presidente de todos os portugueses, alegando que a história contada pelos sindicalistas do “9.4.2” é “mal-amanhada”.

O Presidente da República advertiu que, “por definição”, não “entra em guerra com nenhuma classe profissional, menos ainda com a dos professores”, porque “é professor”, em resposta às críticas do secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, no sábado, no final do congresso dos sindicatos.

Neste domingo, Marcelo deu a sua versão aos factos em declarações aos jornalistas, antes de visitar, no Hospital das Forças Armadas, em Lisboa, o soldado português ferido, na quinta-feira, num acidente de viação na República Centro-Africana.

“A luta continua”

O que Mário Nogueira disse que se passou em 9 de Junho é “uma história muito mal contada, como diz o povo, mal-amanhada”. Marcelo Rebelo de Sousa disse ter falado com dirigentes sindicais antes de uma inauguração, em Portalegre, um “encontro cordial”, que “acabou com uma “selfie” tirada por uma sindicalista” e em que lhe foi perguntado “se não esquece quais sãos os anos, os meses e os dias” de contagem da carreira dos professores.

Ao que respondeu que sim, relatou, e que disse compreender que “a luta continua” por parte dos professores, na próxima legislatura, por esta reivindicação.

Passada uma hora, finda a inauguração, acenaram-lhe de longe e os mesmos dirigentes perguntaram se não esquecia os números, ao que respondeu que não: “Mais complicado é esquecer números de telefone e eu lembro-me”, disse na altura.

“Transformar isso numa guerra é uma coisa que não tem o mínimo sentido”, concluiu o Presidente da República, lembrando ter sido criticado por outras classes profissionais por receber os professores no meio de um processo legislativo, como foi o do tempo de contagem de carreira dos docentes.

Fonte: Público

 

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3 COMENTÁRIOS

  1. “O Presidente da República advertiu que, “por definição”, não “entra em guerra com nenhuma classe profissional, menos ainda com a dos professores, PORQUE É PROFESSOR ”… (Maiúsculas minhas)
    Pois…pois…é professor do superior (esqueceu-se, convenientemente, desta parte da casta) e outra história contaria se fosse a estes últimos que estivessem a roubar tempo de serviço…

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