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Marcada GREVE às reuniões de avaliação.

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Ouviram os professores, ouviram os Açores, ouviram a Madeira e ouviram o S.TO.P que já tinha avançado com o pré-aviso de greve. Tal como nas ilhas, a greve (destes sindicatos) não se vai aplicar aos anos com exames nacionais.

Mas ATENÇÃO, já existe uma greve marcada para o dia 4 de junho… E é tão válida como a greve dos restantes sindicatos.

Os sindicatos de professores marcaram nesta segunda-feira greve às reuniões de avaliação do ensino básico e secundário, e também pré-escolar, a partir de 18 de Junho. E admitem que a paralisação possa prolongar-se até Julho. João Dias da Silva, da Federação Nacional de Educação (FNE) diz que o serviço de exames nacionais não será afectado.

Os exames nacionais do ensino secundário arrancam a 18 de Junho, com a prova de Filosofia. No 9.º ano, a prova de Português acontece a 22 e a de Matemática a 27.

Em comunicado, as oito estruturas sindicais que assinaram a declaração de compromisso com o Governoem Novembro do ano passado anunciaram ter decidido “marcar greve à actividade de avaliação a partir do dia 18 de Junho, com incidência nas reuniões de conselho de turma dos 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 10.º anos de escolaridade, bem como, a partir de 22 de Junho, às reuniões da educação pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, prevendo que, num primeiro momento, a greve se prolongue até final de Junho, podendo continuar em Julho”.

Fonte: Público

*Artigo atualizado às 19:45

 

9 COMMENTS

  1. Mais uma vez uma decepção. Como deixar de fora as únicas reuniões de avaliações em que os efeitos da greve se fariam sentir? Nós não temos sindicatos, temos qualquer coisa que está feita com o governo e representam outros interesses que não os nossos.

  2. Não dão as notas em junho dão em agosto. O governo arrecada mais umas centenas de € e ponto final (ficam contentes os que tanto queriam greve menos outros que não queriam mas vão ficar mais dias na escola)

  3. Não dão as notas em junho dão em agosto. O governo arrecada mais umas centenas de € e ponto final (ficam contentes os que tanto queriam greve, menos outros que não queriam, mas vão ficar mais dias na escola)

  4. Alguém me sabe explicar porque é que a comunicação social não fala desta greve de 4 a 15 de Junho? Será que não foram informados? Se os professores não sabem não podem fazer greve…

  5. Caros colegas
    Como vem sendo habitual, a maior parte das estruturas sindicais tem outras agendas. Disseram que primeiro iam à reunião com o ME dia 4, e depois logo se veria. Quando o STOP entregou o pré-aviso de greve para 4 a 15/6, depois de ter pedido apoio aos outros sindicatos e não ter obtido resposta, lá vieram eles tentar cavalgar a onda, marcando uma greve posterior que deixa de fora as reuniões que podem fazer mais mossa, dando um ar de “responsabilidade”. Mas onde é que eu já vi isto, meus amigos? Palavras para quê? São artistas portugueses….

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