Início Editorial Manuela Moura Guedes, O Que Diz É Falso!

Manuela Moura Guedes, O Que Diz É Falso!

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Eis que, quando achamos que já ouvimos tudo, vem mais alguém, sem conhecimento de causa, mandar um bitaites, pagos a peso de ouro, sobre as carreiras dos professores e não só!

Sobre a afirmação que faz de a escola ser o único elevador social, infelizmente, está enganada, seria esse, sim, o seu papel não fosse o brutal desinvestimento, não apenas na carreira dos professores,  mas na escola pública, ser tão grande que é cada vez mais uma realidade utópica!

Pode ler aqui “O Fator Determinante Para O Sucesso Profissional Não É A Educação”

Convém explicar a esta senhora, e a todos os outros que têm feito a mesma figurinha triste e ignorante, que é falso quando afirmam que a carreira dos professores tem progressão automática!

É falso, e basta fazer uma pequena consulta ao ECD para perceber isso mesmo.

Todos os professores progridem mediante as condições inscritas no ECD, que foi elaborado pelos governos, e em nenhum artigo ou alinha fala em progressão automática!

Por isso, cara…nem sei como a chamar, informe-se antes de falar!

Sobre o comentário que fez sobre as avaliações dizendo que “as avaliações são uma treta”, informo-a que, como é evidente haverá falhas no formato de ADD, mas é o sistema que temos e é por ele que somos avaliados e é com ele que contamos para progredir, por isso vir agora passados quase 10 anos dizer que “não valeram” porque a avaliação tem falhas, é só ridículo, e de uma grande desonestidade.

A questão aqui é muito simples e fácil de entender, os professores estão numa carreira ao abrigo do ECD, que diz que o tempo, a avaliação, a formação contínua e as cotas definem a progressão e durante 10 anos cumprimos a nossa parte, por isso agora é a vez de o governo cumprir a dele!

Primeiro acertam e repõem justamente todos, depois então podemos falar da ADD (avaliação desempenho docente) do formato de carreira e respetiva progressão, mas isso depois de cumprirem com a parte deles!

Alberto Veronesi

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6 COMENTÁRIOS

  1. Mas esta mulher só pode ser atrasada! Ela tem um problema qualquer, só pode! Alguém pode fazer queixa desta mulher à entidade reguladora da comunicação!!
    é incrível as aldrabices que a mulher disse!
    Um charuto daqueles, ainda tem coragem de vir falar dos professores. Realmente, só faltava mais esta para o remate final. Só falta vir a Milu para ser a cereja no topo do bolo. E aquela jornalista de m…. está sempre a atiçar os comentadores. A mulher até mete nojo!! Aliás as duas!

  2. Há uns anos atrás até diziam ser melhor uma avaliação má que não haver nenhuma… o que não deixa de ser fantástico pela aberração em si…quem não é capaz de fazer bem, RUA! – mas isto nunca acontece lá pelas hierarquias do polvo… quanto muito, são promovidos a cargos melhor remunerados…
    Será que é melhor fazer maus investimentos com o dinheiro público do que deixá-lo quietinho a render??? Claro que sim, nós (os portugueses) perdemos e alguns ganharão MUITO – é tão compensador que para além de não lhe porem termo, vão ofuscando a pouca transparência que ia havendo…

    E que tal diferenciar os maus dos bons jornalistas? Ou os critérios pelas bandas terá mais a ver com um apadrinhamento e preferências políticas?? É que UM MAU JORNALISTA PRESTA UM PÉSSIMO SERVIÇO AOS PORTUGUESES e à NAÇÃO!

    Na verdade nem a ouvi, nem irei ouvir… que já não posso com gente que apenas papagueia sem se dar ao mínimo trabalho de se informar.

  3. Continuo sentada, à espera que me me expliquem os rigorosos sistemas de avaliação através dos quais penosamente progridem nas respectivas profissões os que acusam os professores de não serem avaliados ou de não querem ser avaliados…

  4. A moça nunca deve ter sido avaliada. Nem sabe o que é isso! Não compreendo como a deixaram “berrar” tantos dislates pelos grupos televisivos onde passou…Também, deve ter crescido em “berço de ouro” para estar a defender os coitadinhos dos “pobres”. Essa moça, que nunca singrou na carreira que iniciou numa qualquer universidade de Lisboa, é tão ignorante que mete dó. Como nunca foi admitida para fazer carreira na Magistratura ou na Procuradoria, agora, num jornal da treta transmite alarvidades, desconexas e sem sentido, exclusivas de uma “dondoca de Cascais”. A pivô do jornal, num momento significativo do “programa” da “pseudo procuradora”, encara a moça com um “ar de pena” e até se consegue imaginar o seu pensamento: “És tão parvinha! Já nasceste assim ou estás a fazer por isso”? No caso da moça que vocifera senso comum e preconceito, por toda a parte, ainda gostava de saber quais foram os méritos que a mesma apresentou para ser “noticiarista” e /ou “comentarista”.

  5. Com tanta importância que dá à educação enquanto serviço público, também deve reconhecer que os docentes devem ser convenientemente remunerados. E convidava-a a expor, perante os portugueses, quanto leva para casa, líquido, no final do mês. Decerto que não corresponde à qualidade do seu serviço prestado.

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