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Manuais Devolvidos Rasgados E Rasurados | Livreiros Acusam Falta De Pagamento Mas ME Nega

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Julgo que todas as partes envolvidas subscrevem a ideia que o processo de recolha e de devolução às novas crianças precisa de ser melhorado. Por ser algo que considero bastante importante para combater o lobby das editoras, por questões ambientais e principalmente por diminuir uma despesa significativa às famílias, esta questão deve ser abordada com a paciência que a necessidade impõe.

É bastante desagradável que as crianças recebam livros em más condições (ver imagens) e se perca aquele entusiasmo por ver um livro novo com matéria nova. Seguramente que não é a melhor forma de começar o ano, principalmente quando se sentarem nas salas de aula e começarem a olhar para o lado e virem o livro novinho do colega ou em muito melhor estado.

(imagens retiradas do site AVerdade)

Uma palavra aos pais. É preciso tratar estes livros como se fossem passar para o filho mais novo, julgo que muita gente não tinha a noção que estes livros seriam reutilizados.

Por fim e talvez o mais importante. Não é correto dizer-se aos pais e alunos para terem cuidado com os livros quando estes obrigam a escrever no próprio livro, a recortá-los, pintá-los, etc. Deixo uma sugestão a todos os pais, a mesma que será aplicada cá em casa – encadernem os livros, o desgaste não será tão evidente no final do ano.

A ideia é excelente, mas infelizmente começou-se pelo fim e não pelo início…

Ficam as notícias de hoje sobre o assunto.


Manuais Escolares Rasurados E Rasgados Estão A Ser Entregues Aos Alunos. Pais Da Região Estão Revoltados

(carregar no texto para ler o resto da notícia)

Fonte: AVerdade


Livreiros denunciam atrasos nos pagamentos dos manuais escolares

A menos de um mês do início do ano lectivo, a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) diz que “um número muito significativo de livrarias e papelarias não está a receber atempadamente o pagamento por parte do Estado referente aos manuais já disponibilizados às famílias em troca dos vouchers”.

A APEL diz, em comunicado, que a situação “causa sérios constrangimentos de fundo de maneio”. E pede que o Ministério da Educação (ME) “tome rapidamente as diligências necessárias para resolver esse estrangulamento financeiro dos livreiros”.

2 COMMENTS

  1. Eu encaderno os livros todos os anos e asseguro-me que os mesmos são tratados com o respeito e cuidado que merecem, no entanto não está na minha mão, como EE, assegurar que os livros estão em condições para serem reutilizados, porque durante o ano lectivo estes livros nem sequer vêm para casa! 90% dos dias, e para evitar que os miudos carreguem mochilas pesadissimas, os manuais ficam na escola, onde são trabalhados em conjunto com a docente. Se os manuais têm autocolantes, figuras para pintar, recortar, colar, etc, como se deve proceder para poderem ser reutilizados? O principio da reutilização é óptimo e está certissimo, no entanto a casa começou a ser feita pelo telhado, uma vez que os manuais não estão apropriados ou adaptados para serem devidamente reutilizados! Não é por estarem gastos que são inuteis, mas a partir do momento em que os exercicios estão feitos e corrigidos (muitas vezes a caneta…), como se podem reutilizar? Já que todos os manuais têm livros de fichas a acompanhar, não entendo a necessidade premente de haverem exercicios nos manuais! Enquanto as editoras não revirem os Manuais e a forma como são apresentados, todo este “exercicio de reutilização” é uma palhaçada e é apenas “para inglês ver”, já que a sua praticabilidade é quase nula!

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