Home Notícias Início do 2º período sem alterações e não há tolerância de ponto...

Início do 2º período sem alterações e não há tolerância de ponto a 31 de dezembro

383
0

Nas primeiras declarações aos jornalistas depois de ter cumprido um período de isolamento preventivo, o primeiro-ministro afirmou que não será concedida tolerância de ponto no dia 31 de dezembro aos funcionários da Administração Central e afirmou que só nos próximos 15 dias “será possível avaliar o impacto do Natal” nos números da pandemia.

“Esperamos que não tenha tido o efeito nefasto que teve noutros países mas ainda é cedo para saber os verdadeiros efeitos do Natal. Esses efeitos chegarão entre a próxima semana e a seguinte”, sublinhou Costa, que falava durante a inauguração de uma nova ala de cuidados intensivos no hospital Amadora-Sintra.

Questionado sobre o aumento dos casos de infeção de covid-19 em Portugal — mais 6049 novas infeções, o segundo pior número do mês, de acordo com os dados mais recentes da Direção-Geral da Saúde — o primeiro-ministro disse que “muito provavelmente” são a compensação de um menor número de testes de deteção da covid-19 realizados durante o período natalício.

ANO NOVO SEM TOLERÂNCIA DE PONTO PARA OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS

António Costa também adiantou que não será concedida tolerância de ponto no dia 31 de dezembro aos funcionários da Administração Central, ao contrário do que aconteceu no dia de Natal. Isto porque, explicou, é “necessário um período de contenção para que tudo possa correr bem”.

Questionado sobre uma possível data de aprovação da vacina da AstraZeneca e da Universidade de Oxford por parte da Agência Europeia de Medicamentos (foi esta quarta-feira aprovada no Reino Unido), Costa não avançou qualquer informação, limitando-se a afirmar que “todos ansiamos que as vacinas possam ser licenciadas”.

Também não se pronunciou sobre a chegada de mais 2,2 milhões de doses da vacina da Pfizer-BioNTech a Portugal, e sobre o impacto disso no plano de vacinação da covid-19 definido para o país. Admitiu, contudo, “que são necessárias outras vacinas”, além das desenvolvidas pela Pfizer e pela Moderna, “para assegurar uma cobertura total do país”. “Para que possamos completar o processo de vacinação não nos basta a vacina da Pfizer nem da Moderna, precisamos das outras.”

O mais importante neste momento, disse também, é “não baixar a guarda”, mesmo com a chegada de vacinas contra a covid-19 a Portugal. “O processo de vacinação vai ser longo, demorará vários meses. Apesar de tudo isso, a covid irá continuar entre nós, por isso não podemos baixar a guarda”, afirmou.

Fonte: Expresso

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here