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Ideologia De Género! – Concorda?

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Questão inicial  estão, à imagem do Brasil, Canadá, EUA, Holanda e outros tantos países, a implementar nas escolas portuguesas a Ideologia do Género? Creio que sim…

Em primeiro lugar interessa perceber e esclarecer o que é isto de Ideologia do Género?

O psiquiatra John Money é considerado o pai desta ideologia, que utilizou pela primeira vez o termo “Identidade de Género”, segundo o qual um indivíduo é percebido como masculino, feminino, homossexual, lésbico, transexual, bissexual ou sexualmente fluído, independentemente da impressão genética e genital.

A enorme difusão da teoria da Identidade de Género, creio, deveu-se ao facto de que, desde do início dos anos 90, a ONU nos seus documentos ter abandonado o termo “sexo” e passou a usar o termo “género”. Palavra consagrada na Conferência Mundial de Mulheres de Pequim.

A Ideologia de Género, ou também chamada de Ideologia da Ausência de Sexo, não é mais do que uma crença segundo a qual os dois sexos – masculino e feminino – são considerados construções culturais e sociais, ou seja somos do género masculino ou feminino, ignorando toda a carga genética e genital, porque a sociedade nos impõe esses papeis.

Se isto já não é bom, pior fica quando a Ideologia de Género defende, com base nas premissas do seu pai, John Money, a ideia segundo a qual não existe apenas a mulher e o homem, mas existem “outros géneros”, sabe Deus quais, e que qualquer pessoa pode escolher um desses “outros géneros” , ou mesmo alguns desses em simultâneo.

As pessoas [que promovem a Ideologia de Género] colocam em causa a ideia segundo a qual têm uma natureza que lhes é dada pela identidade corporal que serve como um elemento definidor do ser humano. Elas negam a sua natureza e decidem que não é algo que lhes foi previamente dado, mas antes que é algo que elas próprias podem construir.

O facto é que o próprio presidente da Associação Americana de Pediatras, faz um apelo aos professores, legisladores, pais e próprios médicos, sobre a tal Ideologia de Género.

Numa nota oficial, assinada por ele e pelo chefe da psiquiatria do mais famoso e mais acreditado hospital do EUA, da Universidade John Hopkins, diz que todos nascem com sexo biológico como no Reino Animal, e aqueles do Género Humano, a que pertencemos, nascem machos e fêmeas, isto é um facto biológico, não é a ideologia que marca o nosso sexo, que determina a fatalidade do sexo.

Ele lembra que transtornos de mal formação são raros, transtornos biológicos, transtornos fisiológicos, e estes transtornos não são terceiro sexo, ninguém nasce com género, nasce com sexo, diz a AAP.

O género masculino e feminino só existe na gramática, o sapato é do género masculino, a cadeira é do género feminino.

Na biologia não, na biologia temos sexo -machos e fêmeas. Quando um menino pensa como menina e uma menina pensa como um menino, isso não muda o seu sexo, esse transtorno já esta no Manual de Diagnóstico e Estatística da Associação Psiquiátrica Americana.

Lembram também que puberdade não é doença, e que é perigoso que queiram aplicar tratamentos, com hormonas, pois estas bloqueiam a puberdade e podem levá-los a estados doentios.

O pediatras dizem que 98% dos meninos e 88% das meninas tratadas psicologicamente, que estejam confusos com o sexo, acabam por aceitar o sexo biológico, agora, hormonas como tratamento podem dar problemas de saúde graves (AVC, Cancro), para além de que está provado que aumenta o índice de suicídio, sendo vinte vezes maior com o uso de hormonas do sexo oposto ou com a ação de uma cirurgia para mudar de sexo, inclusive em países “open mind” como a Suécia.

A Sociedade de Pediatria considera um abuso infantil fazer isso, enganando os pais, confundindo as crianças aconselhando até a tratamentos nas chamadas clínicas de género.

Em Portugal, o próximo passo será que nas escolas se meta na cabeça das crianças esta ideologia, dizendo que não há diferenças.

Mas há, sim, diferenças e graças a essas diferenças nós nos reproduzimos, isso é biológico não é da cabeça.

Este é o parecer da AAP, percebo que seja um assunto delicado e polémico, mas fica o alerta para os pais lidarem com isso, agora que o objetivo é alterar os comportamentos das crianças na base da educação!

Alberto Veronesi

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6 COMENTÁRIOS

  1. Gostei do seu artigo.
    Esta ideologia de género mais não é do que mais uma “causa fraturante” de certa esquerda radical, empenhada na destruição da família conjugal, enquanto célula estruturante da sociedade.

    • Ignorância e preconceito, isso sim… essa história da “família” é para “inglês” ver… Família é com quem moramos, nos relacionamos e estabelecemos relações saudáveis… o resto é apenas fundamentalismo religioso bacoco!

  2. Não existe ideologia de género.
    Esta coisa da ideologia de género é um conceito inventado por quem é contra uma ideologia do respeito pela livre escolha!

  3. Absolutamente ridículo, preconceituoso e desrespeitador das liberdades individuais! Inacreditável que a ignorância continue a fundamentar-se em preceitos religiosos inexplicáveis!

    • E a sua ideia do Mundo baseia-se em quê? Os seus conceitos morais foram-lhe dados por quem? Por alguma divindade para chamar os outros de ignorantes?
      Não vou sequer fazer referência a vários cientistas , falo de cientistas reputados, e não de ”achistas”, que contestam a denominada ”Ideologia de Gênero”, supostamente libertária… Estão disponíveis na net vários artigos científicos sobre o assunto… Não falarei, sequer, do célebre documentário ,feito na Noruega, sobre o assunto pelo sociólogo e humorista Harald Eia, que arrasa alguns conceitos comuns ao niilismo pós-moderno! Está facilmente disponível…Mas isso já não interessa nada porque a Ciência , os factos não são coisa bem vista numa sociedade que substitui a Razão pela crença e chama de ignorantes aos que contestam as suas … crenças!

  4. Estou plenamente de acordo com o autor deste artigo. Na realidade, há medida que o Homem progride no saber cientifico sente um maior poder e cai no ridículo de querer ser o que não é. Por mais que nos esforcemos a mulher será mulher, e o senhor sempre um senhor. Este assunto não tem nada com liberdade mas sim com aceitação do que sou e de ter um profundo conhecimento de quem somos o que hoje em dia parece não existir,, Alertava Kierkegaard, primeiro filosofo da era existencialista, para o perigo do homem “se extasiar com as descobertas e a genialidade, sem, no entanto, conseguir compreender-se a si mesmo”. Existem hoje muitas evidências científicas a sugerir que as diferenças comportamentais entre os sexos não são artificiais. Daqui a alguns anos,
    os arqueólogos analisando a nossa estrutura óssea, identificarão com muita facilidade o género e a espécie. A felicidade de cada um está em conhecer-se tão plenamente quanto lhe é possível e fazer render o mais possível todas as suas capacidades em prole do bem comum.

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