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Identidade De Género E O Falso Arco Íris

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Bem, já sei que este artigo vai causar polémica e vou optar por passar entre os pingos da chuva 😉 Quero apenas dizer isto, vivemos em liberdade e o ComRegras é desde o primeiro dia um espaço de debate onde todos podem opinar, desde que o façam com a devida educação.

Partilho o email que me chegou e os respetivos vídeos.

Dois vídeos muito actuais: a identidade de género (menos de 2 mn) e a adopção de crianças por pares homossexuais (10 mn):
no primeiro o absurdo de cada um obrigar os outros a verem o que não vêem;
no segundo, o relato de uma “filha” adulta de um par de lésbicas: quem mede os resultados individuais e sociais das leis anti-natura aprovadas pelos partidos nos quais votamos?    

Trans’Tudo’-obrigados a ver o que não vemos (01′ 45”)

Filha de um par de lésbicas-o outro lado do falso arco-íris (10′ 36”)

(não há “casados ou casamentos homossexuais” à luz do bom senso e do significado da palavra casamento, há pares ou uniões homossexuais; a manipulação começa na alteração da linguagem. Homem+Mulher=casamento/matrimónio pelo qual é possível gerar filhos mater=matrimónio;)

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6 COMENTÁRIOS

  1. Mas o problema apresentado neste vídeo é o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo ou o facto de as mães desta senhora não terem querido que ela tivesse contacto com o seu pai?? Isto acontece com todos os casamentos gay e crianças adoptadas ou filhas só de uma mãe? Não me parece. Há problemas em todos os casamentos ela é que extrapola para criticar o casamento gay…

  2. Caro Alexandre…não sei se vais conseguir passar pelos pingos da chuva..és o responsável pelo que postas (e não postas) neste blog…posso enviar-te um vídeo sobre os criacionistas americanos? …só para uma discussão pedagógica..ou da Flat Earth Society..para uma discussão científica…
    Penso que se pode discutir o impacto sobre os filhos de pais homossexuais usando outro tipo de “documentação”…

    Um abraço

    • E como responsável, devo fechar as portas a quem pensa de maneira diferente? Confesso que é uma dúvida que me assola frequentemente.

      • É uma resposta que vais ter de ser tu a dar…postavas, num blogue de professores, um video da flat earth society?

        Não encontravas outros documentos sobre o tema dos filhos de homossexuais (que até me parece importante discutir, mas para mim sob outro ponto de vista..uma vez que nestes assuntos não há “preto e branco”..conhecer possiíveis problemas para minorar impactos mais negativos)..

        Já sobre o video mais pequeno, nem me parece que valha a pena comentar…

        • O assunto foi bastante discutido aqui no blog, mas não me pareceu justo ignorar uma minoria que se identifica com o conteúdo. Mas sim, agradeço o conselho.

  3. Fica tão mal apresentar esta salada de conceitos baralhada de forma completamente irracional. Que discurso tão pejadamente falacioso. Está tão longe de uma conversa séria e independente. Torce-se e retorce-se para forçar a conclusão que já se acalentava à partida. Tresanda a ideologia. Que disparate. Isto só prova que as famílias homossexuais são iguais às famílias heterossexuais, pois todas as famílias têm problemas. Eu diria mais, as famílias homossexuais têm menos problemas, pois como lhes é mais difícil constituir família, esforçam-se mais, e como são mais escrutinadas constantemente, o seu desempenho é mais ajustado, já nas famílias heterossexuais pode valer tudo que ninguém repara, ou reparam tarde de mais e com pouco afinco. Por favor, querem comparar os problemas desta rapariga com a lista infindável e muito variada de problemas de que sofrem as famílias heterossexuais? é preciso ter juízo. Quantas crianças, filhas de famílias heterossexuais não conhecem os seus verdadeiros pais e são felizes com isso, muitas nem sequer querem conhecê-los, outras é uma benção que não os conheçam, outras não é possível conhecer pois faleceram, perderam-lhes o rasto ou são dadores anónimos generosos. Muitos de nós gostaríamos de saber o que herdamos dos nossos trisavós, que parte de nós devemos a um tio ou a uma tia, mas vivemos bem com isso e não fazemos disso uma chaga de Cristo, a não ser que o empolamento tenha outras motivações. É caso para citar S. Mateus 7:3 Porque reparas tu no cisco no olho do teu irmão mas não percebes a viga no teu próprio olho?
    O segundo vídeo é ainda mais ofensivo e ridículo porque mete no mesmo saco, de forma irresponsável, ignorante e infantil, comportamentos patológicos, comportamentos oportunistas ( o caso da branca que teve conveniência em fazer-se passar por negra) e comportamentos reconhecidos desde a antiguidade como sendo normais e apenas estigmatizados por influência das religiões monoteístas. Tenham dó.

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