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Houve novas propostas do ME, mas não chegaram para acabar com a GREVE de amanhã…

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O pior da greve de amanhã não é a própria greve em si, esta (infelizmente) não terá a expressão desejada pelos sindicatos por motivos que já expressei aqui e ali, e que são percetíveis na sondagem que o Arlindo Ferreira fez no seu blogue.

O pior é constatar que pouco ou nada mudará nas questões fundamentais, como o descongelamento e progressão das carreiras e a atribuição de horários de trabalho adequados. São matérias que infelizmente dependem apenas e só do Ministério das Finanças, por isso na reunião de ontem devia ter estado quem efetivamente tem o poder sobre esta matéria.

Aqueles que fizerem greve amanhã, farão com o intuito de mostrar o seu desagrado e que só assim é possível pressionar quem de direito para mudar alguma coisa. Quem for trabalhar, acredito que se identifique com o conteúdo, mas não com a forma e sobre a forma, falaremos mais tarde…

Eis as novas propostas da FENPROF salientadas a azul

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Ficam as reações

FNE

“Neste momento aquilo que trazemos desta reunião não é suficiente para que possamos estar a decidir sobre a desconvocação da greve. As respostas que recebemos hoje do Ministério da Educação (ME) continuam a ser insuficientes, porque pouco acrescentam ao que foi o documento que nos foi enviado na passada sexta-feira”, disse o secretário-geral da Federação Nacional de Educação (FNE) aos jornalistas à saída da reunião com a tutela, já depois da meia-noite.

“Não basta saber hoje que vai haver uma circular sobre a organização do trabalho dos professores em componente letiva ou componente não letiva. Temos de saber concretamente em que consiste e quais são os seus limites. Não podemos continuar a ter professores a ter que trabalhar obrigatoriamente nas suas escolas 45 ou 50 horas”, exemplificou.

“Nós não estamos numa corrida. Estamos à procura de soluções. Se não for amanhã, entendemos que nos próximos dias, antes do próximo ano letivo, seja possível encontrar respostas para aquilo que são as condições de trabalho dos profissionais de educação”, disse.

FENPROF

1 COMMENT

  1. Sou a favor da greve, sou contra ser considerado serviço mínimos a vigilância a exames.
    O M.E. sempre fez o que quis. Não respeita os professores, nem cumpre o que ele próprio escreve, quanto mais negociar as propostas dos sindicatos.

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